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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #21
19/09/2017, 14:16

Crackle chega ao Now com conteúdo exclusivo e original pela Net e Claro TV

http://teletela.com.br/telaviva/paytv/15/09/2017/crackle-chega-ao-now-com-conteudo-exclusivo-e-original/?noticiario=TL

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #22
19/09/2017, 14:53

A aposta em conteúdo online no Brasil segue a tendência mundial, veja o que acontece na Europa.


TVs comerciais britânicas apostam no OTT para ampliar o contato com o público

http://teletela.com.br/telaviva/paytv/15/09/2017/tvs-comerciais-britanicas-apostam-no-ott-para-ampliar-o-contato-com-o-publico/?noticiario=TL

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #23
21/09/2017, 14:04

Prefeitura de São Paulo quer taxar Spotify e Netflix a partir de 2018

Serviços como Spotify e Netflix podem ficar mais caros para os moradores de São Paulo. A prefeitura da cidade enviou uma proposta para a Câmara dos Vereadores para tributar as plataformas de streaming de áudio e vídeo, e a cobrança da nova taxa pode começar a valer já em 2018.

A proposta de lei enviada pelo prefeito João Doria (PSDB) à Câmara dos Vereadores de São Paulo regula a cobrança de uma taxa de 1,09% para empresas do setor de streaming que atuam na cidade. A medida segue a lei complementar nº 157, sancionada no ano passado pelo presidente Michel Temer (PMDB), que definiu que municípios podem tributar esses serviços.

Não é apenas o setor de streaming que deve ter alteração nos impostos. O setor de informática, por exemplo, teve alíquota equalizada em 2,9%. Antes, a taxa variava de 2% a 5%. No entanto, serviços como Netflix e Spotify são os principais alvos do projeto de lei, e 90% do que a prefeitura pretende arrecadar com o tributo devem vir dessas empresas.

Ainda não há um posicionamento das empresas do setor sobre a nova taxa, e ainda é incerto se isso será cobrado do cliente final com aumento de assinatura ou não.

Ao UOL, o secretário da Fazenda da cidade de São Paulo, Caio Megale, explicou que o município só está se adequando à legislação federal. "Estamos fazendo a regulamentação da lei federal, que temos que seguir até por questão de probidade administrativa", explicou.

No final de 2016, o presidente Michel Temer sancionou uma lei que definiu a taxação do ISS para serviços de streaming. Outra nova cobrança está sendo estudada para o setor: é a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), que pode gerar R$ 300 milhões para os cofres nacionais.

https://olhardigital.com.br/noticia/prefeitura-de-sao-paulo-quer-taxar-spotify-e-netflix-a-partir-de-2018/71149

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #24
21/09/2017, 14:43

A hora das plataformas próprias de vídeo on-demand

Ao falar em vídeo on-demand (VoD) a primeira coisa que vem à sua cabeça é o Netflix? Provavelmente, já que, com mais de 120 milhões de usuários pelo mundo, essa é a plataforma mais famosa, embora não seja a única. Um levantamento publicado pelo eMarketer em setembro do ano passado apontava os serviços de VoD mais acessados pelos internautas brasileiros:

84% - YouTube

71% - Netflix

50% - Globo

40% - SBT

40% -Google Play

20% - Amazon

17% - iTunes

12% - Net movies

11% - Terra

5% - Saraiva

2% - Muu (Globo.com)

4% - outros

A verdade é que a possibilidade de assistir o conteúdo que deseja na hora e onde quiser atrai cada vez mais o público. Em função disso, agita o mercado, com todo mundo buscando autonomia na produção e distribuição de conteúdo original em vídeo.

Essa busca é exemplificada por movimentos recentes. Há duas semanas, a Netflix fez sua primeira aquisição: comprou a Millarworld, empresa de HQ do quadrinista Mark Millar. Dias depois, anunciou que a Disney, um de seus principais parceiros, estava rompendo o acordo e passaria a investir em uma plataforma própria de distribuição.

Também na semana passada o Facebook anunciou seu serviço de conteúdo em VoD, o Watch, que deve concorrer diretamente com YouTube, Netflix e outros. Inicialmente em teste nos Estados Unidos, o Watch deve seguir o modelo do YouTube e ser gratuito. Enquanto isso, a Apple está destinando em torno de US$ 1 bilhão para investir em conteúdo original no ano que vem, diz o The Wall Street Journal.


E as marcas com isso?


Pode-se perceber essa preferência pelo VoD migrando para o marketing online, como já destacou Neil Patel em um artigo. Atentas, as marcas podem tirar proveito dessa onda produzindo seus próprios conteúdos em vídeo, o que pode contribuir para aumentar o número de leads, melhorar a conexão com o público e mostrar-se relevante e com autoridade nos temas e assuntos abordados.

Com a facilidade para gerar e distribuir conteúdo digital, é a hora das plataformas de vídeo on-demand ganharem ainda mais destaque entre as estratégias de comunicação com o público por parte das marcas. Como reafirma Patel, seja para entreter e/ou educar o consumidor, interessá-lo no que você faz ou mostrar o quanto você entende de determinado tema, vídeos a que o cliente pode assistir quando e onde quiser, no seu ritmo e de acordo com o seu interesse são “um jeito não forçado e não entendiante de gerar mais leads e converter uma grande porcentagem desses em clientes de fato.


Entenda a sopa de letrinhas do VoD


OTT (over the top) – refere-se a qualquer conteúdo ou serviço que possa ser acessado por meio de uma conexão à internet.


SVoD (subscription VoD) – serviço por assinatura, no qual o usuário paga regularmente para ter acesso aos vídeos. A Netflix é um exemplo.


FVoD (free VoD) – neste modelo o usuário não paga para assistir aos conteúdos, e em geral as plataformas associam anúncios aos vídeos. O YouTube é um exemplo.

TVoD (transactional VoD) – nesta modalidade, o usuário paga por cada título que deseja acessar, podendo ter um número definido de visualizações (como um aluguel) ou utilização permanente. É o modelo do iTunes.

http://www.blog.doxxa.com.br/single-post/2017/08/22/A-hora-das-plataformas-proprias-de-video-on-demand

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #25
22/09/2017, 07:32

Furacão Maria impacta infraestrutura de cabo submarino e afeta Internet no Brasil

http://teletela.com.br/teletime/21/09/2017/furacao-maria-impacta-infraestrutura-de-cabo-submarino-e-afeta-internet-no-brasil/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #26
22/09/2017, 07:39

Netflix compra direitos de exibição do filme "Nada a Perder

http://teletela.com.br/telaviva/paytv/22/09/2017/netflix-compra-direitos-de-exibicao-do-filme-nada-perder/?noticiario=TL

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #27
23/09/2017, 12:23

Citação:
Com regulamentação do VOD, produção para as plataformas devem ser incentivadas


http://teletela.com.br/telaviva/paytv/23/09/2017/com-regulamentacao-do-vod-producao-para-as-plataformas-devem-ser-incentivadas/?noticiario=TL

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #28
23/09/2017, 12:25

Citação:
Gloob investe em conteúdos exclusivos para seu canal no Youtube


http://teletela.com.br/telaviva/paytv/23/09/2017/gloob-investe-em-conteudos-exclusivos-para-seu-canal-no-youtube/?noticiario=TL

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #29
01/10/2017, 11:49

Citação:
Com IPTV em mais nove cidades, Vivo anuncia pacotes de TV com até R$ 100 de desconto

http://teletela.com.br/telaviva/paytv/29/09/2017/com-iptv-em-mais-nove-cidades-vivo-anuncia-pacotes-de-tv-com-ate-r-100-de-desconto/?noticiario=TL

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #30
12/10/2017, 09:54

Metade do consumo de vídeo e TV será feito por dispositivos móveis em 2020

Metade das visualizações de TV em 2020 será feita por dispositivos móveis no mundo. A previsão é do estudo ConsumerLab TV and Media da Ericsson divulgado esta semana, e que considera nesse universo de mobilidade aparelhos celulares, tablets e laptops, sendo que o smartphone sozinho é responsável por quase um quarto desse total. Comparando com os dados do estudo em 2010, trata-se de um aumento de 85% dessas plataformas; e de 160% considerando apenas o smartphone.

Atualmente, um quinto do total de consumo de TV e vídeo é feito por meio de um smartphone. Isso ocorre porque dobrou desde 2012 a quantidade de consumidores que utilizam esse dispositivo para assistir a vídeos, que agora representam 70% do total de entrevistados.

O levantamento, realizado em 13 países (incluindo o Brasil) e com aproximadamente 20 mil entrevistas online, foi realizado em um universo no qual todos os que responderam têm banda larga residencial e assistem TV ou vídeo ao menos uma vez por mês, com uso de Internet quase que diário. A Ericsson diz que o estudo representa mais de um bilhão de pessoas nesses países.

Sob demanda

O ConsumerLab da Ericsson diz que o tempo gasto atualmente com TV e vídeo chegou ao pico histórico de 30 horas por semana, incluindo consumo de conteúdo linear e serviços ao vivo e sob demanda (VOD) na Internet; conteúdo gravado (DVR) e baixado; e até mesmo DVD e Blu-ray. Ainda assim, 60% dos espectadores declararam preferir consumir VOD em vez de TV linear, um aumento de 50% em relação a 2010.

Ainda de acordo com o relatório, a quantidade de serviços sob demanda utilizados aumentou de 1,6 por usuário em 2012 para 3,8 em 2017. De fato, 20% dos consumidores já pagam por algum desses serviços de vídeo ou TV atualmente, sendo que 32% afirmam que irão aumentar os gastos nessas plataformas nos próximos seis a 12 meses. A possibilidade de acessar esses conteúdos em dispositivos móveis em viagens internacionais é importante para mais de um terço dos consumidores. Os maiores consumidores de VOD são adolescentes de 16 a 19 anos: mais da metade assiste, sendo que mais de 60% das horas de visualização são por meio de um aparelho móvel.

Conteúdo fácil e de qualidade

A Ericsson ressalta que, se por um lado há mais conteúdo disponível do que nunca, há problemas na entrega ao usuário. O tempo gasto buscando os vídeos aumentou 13% em relação ao ano passado, e agora é quase uma hora por dia. Um em cada oito consumidores acreditam que vão se perder em meio à vastidão do conteúdo disponível no futuro. Por conta disso, 60% dizem que a descoberta de conteúdo é "muito importante" na hora de assinar um novo serviço; enquanto 70% querem uma "busca universal" para tudo que for de TV e vídeo. Nesse último caso, a facilidade tem aparecido em caixas de conteúdo over-the-top, como a Apple TV e a Android TV.

Há ainda uma categoria de consumidores que valoriza a experiência com vídeo de alta qualidade. Cerca de 25% dos entrevistados afirmaram que já têm acesso a uma TV 4K, enquanto um terço dos entrevistados disseram que pretendem comprar uma. Dentre usuários de realidade virtual, quase metade acredita que utilizarão os óculos de VR para consumir conteúdo em 4K sem precisar de uma TV. Vale notar que a maior parte do conteúdo de vídeo em Ultra HD disponível está em plataformas over-the-top, como Netflix e YouTube.

A pesquisa não aborda outra tecnologia que começa a ganhar força nessas mesmas OTTs, a alta gama de cores dinâmica (HDR), que deixa as imagens com cores mais realistas. Há de se ressaltar entretanto a pouca oferta de aparelhos compatíveis: TVs ainda muito caras e apenas smartphones high-end como iPhone 8 e 10 e Samsung Galaxy Note 8.

por BRUNO AMARAL, disponivel em:

http://teletela.com.br/teletime/11/10/2017/metade-do-consumo-de-video-e-tv-sera-feito-por-dispositivos-moveis-em-2020/?noticiario=TT&__akacao=4513678&__akcnt=c6c92bd3&__akvkey=fee9&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+11%2F10%2F2017+22%3A56

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #31
17/10/2017, 17:40

Netflix vai investir 8 mil milhões de dólares em conteúdos originais

A Netflix anunciou que quer investir mais de oito mil milhões de dólares em 2018 para a produção de conteúdos originais, mais dois mil milhões do que estavam reservados para este ano.

Depois da Apple, da Amazon e da Fecebook é a vez da Netflix anunciar os seus planos e revelar quanto pretende investir na produção de conteúdos originais. «Tivemos um bom início, mas o nosso trabalho é melhorar o Netflix o mais rapidamente possível… ficar à frente da competição nas próximas décadas», explica a empresa em comunicado.

A estratégia vai passar por aumentar o número de filmes originais, prevendo-se a estreia de cerca de 80 filmes no próximo ano, noticia a CNN.

O serviço conta com 109 milhões de subscritores, dos quais cinco milhões chegaram apenas no último trimestre. No ano passado, por esta altura, a Netflix tinha 86 milhões de utilizadores pagos. Recorde-se que a empresa anunciou recentemente os planos para aumentar algumas das suas mensalidades.

http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2017-10-17-Netflix-vai-investir-8-mil-milhoes-de-dolares-em-conteudos-originais

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #32
19/10/2017, 20:49

Projeto de lei propõe cotas de conteúdo e Condecine para serviços de VoD

O deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP) apresentou nesta quinta, 19, o PL 8889/2017, que estabelece
regras para os conteúdos audiovisuais por demanda (CAvD, como está sendo chamado).

O projeto define o conceito de provimento sob demanda como "atividade destinada à oferta de conteúdo audiovisual para aquisição avulsa, destinado à preservação pelo destinatário ou ao direito de acesso ao mesmo, mediante o uso de recursos de telecomunicações que lhe sirvam de suporte, a seu pedido e em momento por ele determinado", ficando excluídos deste conceito pessoas físicas e microempreendedores individuais, redes sociais e plataformas de distribuição gratuita.

Caberá à Ancine, de acordo com a proposta, a fiscalização da atividade de CAvD, inclusive exigindo o credenciamento prévio e o fornecimento de informações sobre a oferta e o consumo de conteúdos, bem como sobre as receitas auferidas.

MATERIA COMPLETA DISPONIVEL EM:
http://teletela.com.br/teletime/19/10/2017/projeto-de-lei-propoe-cotas-de-conteudo-e-condecine-para-servicos-de-vod/?

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