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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #61
03/09/2017, 12:13

MultTV inicia operações em setembro e já tem fila de 300 provedores

http://teletela.com.br/teletime/02/09/2017/multtv-inicia-operacoes-em-setembro-e-ja-tem-fila-de-300-provedores/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #62
03/09/2017, 12:14

Backhaul é a aposta do setor de satélites para usar "excesso de capacidade"

http://teletela.com.br/teletime/01/09/2017/backhaul-para-satelites-e-aposta-do-setor-para-usar-excesso-de-capacidade/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #63
03/09/2017, 12:15

Revisão de preços públicos para direito de exploração está na agenda regulatória

http://teletela.com.br/teletime/01/09/2017/revisao-de-precos-publicos-para-direito-de-exploracao-esta-na-agenda-regulatoria/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #64
03/09/2017, 12:18

SGDC não trouxe surpresas, mas setor encara Telebras como competição

http://teletela.com.br/teletime/01/09/2017/sgdc-nao-trouxe-surpresas-mas-setor-encara-telebras-como-competicao/?noticiario=TT

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HeitorPosada
Araruama - RJ
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Mensagem: #65
04/09/2017, 12:39

As operadoras DTH parecem não acreditar muito em Tv regular pela Internet, pelo menos nos proximos 25 anos. Isso porque empresas como Directv, Sky, etc., investem até em satélites proprios para essa finalidade DTH.Portanto, sem perspectiva que durante pelo menos 25 a 30 anos, esteja predominando Tv pela Internet, o que traria a condição de obsoleto aos receptores de satélites.Idem quanto a tecnologia pois não se nota qualquer tendencia fora do DVB S2 ( com muito DVB S ainda em uso), MPEG4 - H264 (mesmo H265). Tentam experimentar coisas como NS3 mas não prospera. Então, para quem tem seus 50 (ou 45) de idade, pode adquirir a vontade os equipamentos de recepção via satélite( e as parabolas) e nas atuais tecnologias, pois não ficarão obsoletos daqui há 5 ou 10 anos. Quanto a 4K, é uma definição a mais, não importante para o grosso do publico televisivo e que ocupa muita largura de banda - tão cedo não aparecera na Tv terrestre e via satélite não sera significante nos proximos 20 anos.Aliás, tem coisas novas que vem para não inovar muito para o publico em geral: Como desde o Windows XP até o Windows 10 ( entre estes alguns que nem "emplacaram", como o "Vista"). Aqui uso o WIN 7 Pro colocado há menos de dois meses face a troca de componentes de um PC desk top e não noto diferença para o XP que estava nele. Tem um notebook quase novo por aqui, com o Win 8.1 e tambem nada noto em relação ao XP e 7. Isto para aquele uso cotidiano , logico - antes que os "especialistas" citem as "melhorias" nos mais novos.Parece tambem igual aos novos jatos: Varios tipos de Boeing 737, bem parecidos e diferenças quase inexistentes entre o B777 e o 787.Diferente mesmo é o gigante Air Bus A380.E tecnologias novas, otimas, que não "emplacam" devido aos custos: Avião Concorde, Ônibus Espaciais, Tv em 3D, etc..

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #66
04/09/2017, 21:12

HeitorPosada escreveu:
As operadoras DTH parecem não acreditar muito em Tv regular pela Internet, pelo menos nos proximos 25 anos. Isso porque empresas como Directv, Sky, etc., investem até em satélites proprios para essa finalidade DTH.Portanto, sem perspectiva que durante pelo menos 25 a 30 anos, esteja predominando Tv pela Internet, o que traria a condição de obsoleto aos receptores de satélites.Idem quanto a tecnologia pois não se nota qualquer tendencia fora do DVB S2 ( com muito DVB S ainda em uso), MPEG4 - H264 (mesmo H265). Tentam experimentar coisas como NS3 mas não prospera. Então, para quem tem seus 50 (ou 45) de idade, pode adquirir a vontade os equipamentos de recepção via satélite( e as parabolas) e nas atuais tecnologias, pois não ficarão obsoletos daqui há 5 ou 10 anos. Quanto a 4K, é uma definição a mais, não importante para o grosso do publico televisivo e que ocupa muita largura de banda - tão cedo não aparecera na Tv terrestre e via satélite não sera significante nos proximos 20 anos.Aliás, tem coisas novas que vem para não inovar muito para o publico em geral: Como desde o Windows XP até o Windows 10 ( entre estes alguns que nem "emplacaram", como o "Vista"). Aqui uso o WIN 7 Pro colocado há menos de dois meses face a troca de componentes de um PC desk top e não noto diferença para o XP que estava nele. Tem um notebook quase novo por aqui, com o Win 8.1 e tambem nada noto em relação ao XP e 7. Isto para aquele uso cotidiano , logico - antes que os "especialistas" citem as "melhorias" nos mais novos.Parece tambem igual aos novos jatos: Varios tipos de Boeing 737, bem parecidos e diferenças quase inexistentes entre o B777 e o 787.Diferente mesmo é o gigante Air Bus A380.E tecnologias novas, otimas, que não "emplacam" devido aos custos: Avião Concorde, Ônibus Espaciais, Tv em 3D, etc..


Ótima análise Heitor, isso mostra que você leu a materia sobre a Multitv, alías, quando publico as matérias da Converge coloco apenas o tema e o link por causa dos direitos autorais, mas o objetivo é estimular a discussão e não apenas ler e deixar morrer o assunto, seria muito interessante se os demais colegas colocassem seus pontos de vista.

Mas, em se tratando de tv por internet não creio que seja algo para daqui a 3 décadas, mas uma realidade que se aproxima, como publiquei noutro tópico, a operadoras começam a discutir com mais seriadade a plataforma OTT para disponibilizar contéudos online, e também os fabricantes de receptores já estão produzindo aparelhos hibridos para recepção de satélite + terrestre + internet como é o caso do novo lançamento da Bedin Sat.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #67
07/09/2017, 14:40

Entenda mistério do satélite abandonado desde 1967 que voltou a transmitir sozinho

Uma série de nove satélites experimentais batizada de Lincoln Experimental Satellite (LES), projetada e construída pelo Lincoln Laboratory no MIT entre 1965 e 1976, foi enviada para o espaço com objetivo de testar dispositivos e técnicas para a comunicação através de satélites. Os dispositivos LES1 até LES9 sofreram inúmeros problemas de lançamento durante os experimentos.

O que deu errado?

Os satélites LES1 e LES2 deveriam ser entregues na mesma órbita, mas uma falha de um estágio de impulso deixou LES1 perdido em uma outra órbita circular. LES3 e LES4 foram destinados a serem entregues à órbita geoestacionária, mas um problema de lançamento os manteve em sua órbita de transferência. Ainda assim, todos esses satélites apresentaram resultados úteis, apesar de suas órbitas incorretas. Os modelos LES 5, 6, 8 e 9 terminaram com êxito em órbita geoestacionária, e o projeto que teria sido LES7 ficou sem financiamento e foi cancelado.

Sinal restabelecido com LES1

Até 2013, a NASA achava que o tal satélite LES1 já tinha virado lixo espacial. Porém um entusiasta de rádio-satélite amador, o britânico Phil Williams, de North Cornwall, Reino Unido, detectou sinais de LES1 e determinou a fonte depois de procurar informações de identificação na internet.

Assustado, ele enviou o sinal para o MIT, e recebeu a confirmação de que era mesmo uma transmissão do satélite abandonado. Embora as baterias do LES1 tenham desintegrado durante o lançamento, o pequeno satélite tinha painéis para captar energia solar, então a hipótese mais aceita é que os sinais de rádio sejam enviados para a Terra quando as placas são recarregadas pelo Sol.

http://www.vix.com/pt/ciencia/539202/entenda-misterio-do-satelite-abandonado-desde-1967-que-voltou-a-transmitir-sozinho

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #68
12/09/2017, 07:28

SES anuncia novo sistema de satélites de órbita média

http://teletela.com.br/teletime/11/09/2017/ses-anuncia-novo-sistema-de-satelites-de-orbita-media/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #69
12/09/2017, 08:27

SET Sudeste 2017 com inscrições abertas e programação divulgada

Nos dias 2 e 3 de outubro a SET promove, no Rio de Janeiro, a edição de 2017 do SET Sudeste. O encontro será realizado no auditório da Bolsa de Valores.

Com destaque na programação para o painel que trata da situação atual e o futuro da TV aberta no Brasil, serão abordados ainda no evento o desligamento analógico de TV no Rio de Janeiro e Espírito Santo; como fazer produção de conteúdo no ambiente econômico atual; o papel dos satélites na TV digital, aberta, por assinatura e via internet, e o avanço do IP nas TVs do Brasil.

Neste ano, a SET remodelou o formato de seus eventos regionais, com o intuito de levar aos participantes os assuntos em discussão no momento em esfera nacional e regional. “Alguns highliths importantes sobre o aspecto global das tecnologias também são levados aos eventos. No SET Sudeste, em especial, levaremos assuntos do IBC, que acontece em setembro, na Holanda”, pontua o superintendente da SET, Olímpio José Franco.

O SET Sudeste 2017 acontecerá das 10h às 19h, e é aberto ao público geral interessado na área de tecnologias e engenharias de transmissão. No hall de palestrantes, estão confirmadas as participações de diretores da SET, profissionais das principais emissoras de TV aberta do país, dos órgãos governamentais MCTIC, ANATEL, e das entidades ABERT, ABRATEL.

http://www.set.org.br/set-news/set-sudeste-2017-com-inscricoes-abertas-e-programacao-divulgada/

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #70
15/09/2017, 08:03

Para ministro, tecnologias digitais vão alavancar o desenvolvimento do país

O governo federal se prepara para aproveitar o avanço das tecnologias digitais para alavancar o desenvolvimento nacional com mais qualidade de vida para a população e um ambiente de negócios eficiente. A afirmação é do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que apresentou a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital (EBTD) no 15º Congresso Brasil Competitivo, nesta quarta-feira (13), em São Paulo.

Kassab ilustrou a vocação brasileira para a economia digital com o hábito já estabelecido na sociedade de declarar o imposto de renda pela internet, o progresso tecnológico da automação bancária no país e o processo de desligamento do sinal analógico de televisão. “É a transformação digital chegando, com diversas iniciativas que vão nos trazer a oportunidade de avançar o nosso país por meio de políticas públicas estratégicas”, disse.

O ministro lembrou que a EBTD passou por consulta pública em agosto, a partir de proposta formulada por um grupo interministerial coordenado pelo MCTIC, em articulação com o setor privado e a sociedade. “Isso está bastante avançado”, destacou, em referência à entrega da versão final do documento como minuta de decreto à Casa Civil da Presidência da República. “E dessa maneira vamos cumprindo com as nossas expectativas para que possamos cada vez mais preparar o Brasil para viver esse novo momento digital, de uma transformação que vai alterar a vida de todos nós, um ambiente que nos jargões populares em todo o mundo é conhecido como Internet das Coisas.”

Kassab ressaltou o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) em maio. “De três meses para cá, o governo brasileiro colocou em órbita seu primeiro satélite, já acomodado definitivamente no espaço. Daqui a três semanas, vamos começar a operá-lo experimentalmente. E a partir de janeiro, qualquer lugar do país poderá ser atendido com internet banda larga com a simples colocação de uma antena. Isso vai trazer avanços em todas as áreas – educação, saúde, segurança.”

O Congresso Brasil Competitivo é realizado desde 2003 com objetivo de mobilizar o país para o desenvolvimento de ações e a disseminação de conceitos para a promoção da competitividade. Criado em novembro de 2001, o Movimento Brasil Competitivo (MBC) é reconhecido como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, com as missões de promover a competitividade sustentável e elevar a qualidade de vida da população.

A EBTD está alinhada ao programa Brasil Digital, lançado em novembro de 2016 pelo MBC para articular uma parceria entre os setores público e privado em torno de uma estratégia digital para o país, com seis eixos estruturantes: digitalização dos setores público e privado, ambiente regulatório e normatizações, força de trabalho digital, inovação e empreendedorismo e infraestrutura.

http://www.mctic.gov.br/mctic/opencms/salaImprensa/noticias/arquivos/2017/09/Para_ministro_tecnologias_digitais_vao_alavancar_o_desenvolvimento_e_melhorar_a_qualidade_de_vida_da_populacao.html

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digital_scientist
São João da Boa Vista - SP
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Mensagem: #71
16/09/2017, 19:13

J.B.F.LIMA escreveu:
Entenda mistério do satélite abandonado desde 1967 que voltou a transmitir sozinho

Uma série de nove satélites experimentais batizada de Lincoln Experimental Satellite (LES), projetada e construída pelo Lincoln Laboratory no MIT entre 1965 e 1976, foi enviada para o espaço com objetivo de testar dispositivos e técnicas para a comunicação através de satélites. Os dispositivos LES1 até LES9 sofreram inúmeros problemas de lançamento durante os experimentos.

O que deu errado?

Os satélites LES1 e LES2 deveriam ser entregues na mesma órbita, mas uma falha de um estágio de impulso deixou LES1 perdido em uma outra órbita circular. LES3 e LES4 foram destinados a serem entregues à órbita geoestacionária, mas um problema de lançamento os manteve em sua órbita de transferência. Ainda assim, todos esses satélites apresentaram resultados úteis, apesar de suas órbitas incorretas. Os modelos LES 5, 6, 8 e 9 terminaram com êxito em órbita geoestacionária, e o projeto que teria sido LES7 ficou sem financiamento e foi cancelado.

Sinal restabelecido com LES1

Até 2013, a NASA achava que o tal satélite LES1 já tinha virado lixo espacial. Porém um entusiasta de rádio-satélite amador, o britânico Phil Williams, de North Cornwall, Reino Unido, detectou sinais de LES1 e determinou a fonte depois de procurar informações de identificação na internet.

Assustado, ele enviou o sinal para o MIT, e recebeu a confirmação de que era mesmo uma transmissão do satélite abandonado. Embora as baterias do LES1 tenham desintegrado durante o lançamento, o pequeno satélite tinha painéis para captar energia solar, então a hipótese mais aceita é que os sinais de rádio sejam enviados para a Terra quando as placas são recarregadas pelo Sol.

http://www.vix.com/pt/ciencia/539202/entenda-misterio-do-satelite-abandonado-desde-1967-que-voltou-a-transmitir-sozinho


Interessantíssimo isso!

- Parece coisa daqueles que gostam de visitar lugares abandonados e filmar os ambientes.
- Nesse caso, satélites que teoricamente, deveriam estar mortos, ainda funcionam de certa forma.

Grato por trazer a tona essa informação caro amigo!

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #72
16/09/2017, 21:20

Interessantissimo mesmo meu caro digital_scientist.

Eu sempre acompanhei fatos ficticios interessantes acontecidos no MIT e no Smithsonian em séries e filmes, muito legal saber que isso acontece na realidade.

Quando o canal Smithsonian HD entrou no SES 6 eu torcia para ficar FTA, pois teriamos a chance de acompanhar experimentos científicos, mas durou pouco.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #73
17/09/2017, 09:25

AGÊNCIAS ESPACIAIS DOS BRICS DISCUTEM CONSTELAÇÃO DE SATÉLITES

A Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTIC) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) promoverá nos dias 18, 19 e 20 de setembro 1st BRICS Remote Sensing Satellite Constellation Forum. O encontro reúne representantes das agências espaciais dos BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – que discutirão aspectos técnicos relacionados à iniciativa dos cinco países em estabelecer uma constelação virtual de satélites de sensoriamento remoto.

Ao longo dos três dias, profissionais também discutirão outras questões ligadas ao segmento espacial, como segmento de solo da constelação, aplicações em sensoriamento remoto, bem como outros aspectos de interesse dos BRICS. Assuntos estabelecidos nas declarações de cúpula dos países, mais especificamente na 7ª reunião, que aconteceu em 2015 na Rússia, e na 9ª, realizada na China em 2017, também serão tratados no Fórum.

Na ocasião das cúpulas, os líderes dos BRICS reiteraram o desejo de intensificar colaborações multilaterais por meio de aplicações espaciais e uso pacífico do espaço. Ficou estabelecido no item 59 da 9ª Cúpula que a prioridade deve ser conferida à garantia de sustentabilidade de longo prazo das atividades no espaço exterior, bem como as formas e meios de preservar o espaço exterior para as gerações futuras.

A preservação do espaço é um dos objetivos da atual agenda do Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (UNCOPUOS, na sigla em inglês). A decisão do Grupo de Trabalho do Subcomitê Científico e Técnico do UNCOPUOS sobre Sustentabilidade em Longo Prazo das Atividades do Espaço Exterior de concluir negociações e alcançar consenso sobre o conjunto completo de diretrizes para a sustentabilidade em longo prazo das atividades espaciais até 2018, foi comemorada, principalmente por coincidir com o 50º aniversário da primeira Conferência das Nações Unidas sobre a Exploração e o Uso Pacífico do Espaço Exterior (UNISPACE+50, na sigla em inglês).

Além da comitiva dos BRICS, também participarão do evento professores e pesquisadores da UnB, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e também do Ministério das Relações Exteriores (MRE)

http://www.aeb.gov.br/agencias-espaciais-dos-brics-discutem-constelacao-de-satelites/

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #74
17/09/2017, 09:45

Sabe o que é ORBITA CEMITÉRIO ?

Órbita cemitério, também chamada órbita super síncrona, órbita de refugo ou órbita de descarte, é uma órbita significativamente acima das órbitas síncronas onde as espaçonaves são colocadas intencionalmente ao final da sua vida útil. Está localizada acima da órbita Geoestacionaria, há mais de 36.000km de altura.

Veja a frota de satélites brasileiros e estrangeiros com cobertura no Brasil, que estão na órbita cemitério e outros que estão em órbita inclinada em fim de vida útil, mas ainda em uso para telecomunicações que serão direcionados posteriormente para a órbita cemitério.
http://www.aeb.gov.br/objetos-espaciais/

Veja a lista de órbitas e quantidade de objetos espaciais (lixo) segundo a Revista Galileu.



http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT181094-17773,00.html

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #75
17/09/2017, 10:03

Veja como foi a manobra para direcionar o satélite METEOSAT-7, que estava em órbita geostacionaria há 20 anos, para a órbita cemitério há mais de 36.000 km de altura.



Velho satélite europeu está prestes a entrar para orbita cemitério
http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20170406-094258.inc

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #77
20/09/2017, 07:48

A TIM espera que a Anatel libere o uso da faixa de 3400 a 3600 dos satélites banda C para testar a faixa de 3,5 GHZ em LTE.

TIM quer 3,5 GHz em LTE para depois migrar para 5G; Anatel espera solução em 2018
http://teletela.com.br/teletime/19/09/2017/tim-quer-35-ghz-em-lte-para-depois-migrar-para-5g/?noticiario=TL

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HeitorPosada
Araruama - RJ
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Mensagem: #78
20/09/2017, 08:36

J.B.F.LIMA escreveu:
A TIM espera que a Anatel libere o uso da faixa de 3400 a 3600 dos satélites banda C para testar a faixa de 3,5 GHZ em LTE.

TIM quer 3,5 GHz em LTE para depois migrar para 5G; Anatel espera solução em 2018
http://teletela.com.br/teletime/19/09/2017/tim-quer-35-ghz-em-lte-para-depois-migrar-para-5g/?noticiario=TL

O que as empresas não conseguem, é um sistema telefonico satelital que tenha custos razoaveis - pelo menos só a nivel de cobertura nacional, notadamente em paises de grande extensão como o Brasil (dizem que nos EUA tem um sistema desses). O custo de um aparelho satelital não é uma fortuna, em media 3 mil reais; todavia o maior problema é o custo da ligação com destino a um telefone desses: Faz-se um DDI com codigo DDI especifico, mas cada minuto custa em media 7 dolares. Já do telefone satelital para um não satelital, tem preço proximo de interurbano celular comum. Esses telefones tambem tem de operar sem obstaculos sobre os aparelhos ou antenas.

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SMITH
SÃO LUÍS - MA
br.gif
Mensagem: #79
20/09/2017, 21:01

Hoje eu assisto mais tv via internet do que via satélite,a excessão é quando vou olhar campeonato Brasileiro que assisto via operadora.

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HeitorPosada
Araruama - RJ
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Mensagem: #80
21/09/2017, 13:20

SMITH escreveu:
Hoje eu assisto mais tv via internet do que via satélite,a excessão é quando vou olhar campeonato Brasileiro que assisto via operadora.

Eu prefiro via satélite ou Tv terrestre, devido não depender de Internet, provedores, computadores e similares (estes tem outros usos) - alem disso, a qualidade via satélite e terrestre é sempre melhor.

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