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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #141
07/08/2018, 07:36

Inmarsat cresce em receita com avanço do segmento de conectividade em aviões

Operadora de satélites atribui aumento das vendas ao segmento de aviação, embora a área de comunicações marítimas ainda represente maior parte da receita

http://teletime.com.br/06/08/2018/inmarsat-cresce-em-receita-com-avanco-do-segmento-de-conectividade-em-avioes/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+06/08/2018+22:17

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #142
07/08/2018, 13:06

Ligando Globosat play que é uma plataforma com Sat HD regional dois produtos do mesmo grupo, com o lançamento da plataforma on demand separada no futuro será que será aderia ao projeto da Globo? pra os mesmos usuários poderem fazer a assinatura como uma alternativa e chamativa aos aparelhos que adquirirem como opção a mais no receptor? já qu hoje lançaram um aparelho interativo e compatível, isso ninguém lembra de uma possível opção.

Não sei ser o tópico mais apropriado sobre o assunto, mas é um tema a ser debatido, já que é inclusão de um produto do mesmo grupo mas site de conteúdo pago, a mesma já incluiu no receptor um site também do grupo, de conteúdo misto que é o Globo play.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #143
07/08/2018, 13:52

IgorSl escreveu:
Ligando Globosat play que é uma plataforma com Sat HD regional dois produtos do mesmo grupo, com o lançamento da plataforma on demand separada no futuro será que será aderia ao projeto da Globo? pra os mesmos usuários poderem fazer a assinatura como uma alternativa e chamativa aos aparelhos que adquirirem como opção a mais no receptor? já qu hoje lançaram um aparelho interativo e compatível, isso ninguém lembra de uma possível opção.

Não sei ser o tópico mais apropriado sobre o assunto, mas é um tema a ser debatido, já que é inclusão de um produto do mesmo grupo mas site de conteúdo pago, a mesma já incluiu no receptor um site também do grupo, de conteúdo misto que é o Globo play.


Bom Igor, em se tratando de Globoplay, Globosat Play poderiamos tratar nesse tópico:
http://www.satclube.com.br/forumbsd/viewtopic.php?t=11864&start=40

Poderia ser também no tópico do sathd, mas não impede que tratemos aqui. O assunto é interessante, onde você viu esse aparelho que com essa interatividade ?

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #144
07/08/2018, 19:58

J.B.F.LIMA escreveu:
IgorSl escreveu:
Ligando Globosat play que é uma plataforma com Sat HD regional dois produtos do mesmo grupo, com o lançamento da plataforma on demand separada no futuro será que será aderia ao projeto da Globo? pra os mesmos usuários poderem fazer a assinatura como uma alternativa e chamativa aos aparelhos que adquirirem como opção a mais no receptor? já qu hoje lançaram um aparelho interativo e compatível, isso ninguém lembra de uma possível opção.

Não sei ser o tópico mais apropriado sobre o assunto, mas é um tema a ser debatido, já que é inclusão de um produto do mesmo grupo mas site de conteúdo pago, a mesma já incluiu no receptor um site também do grupo, de conteúdo misto que é o Globo play.


Bom Igor, em se tratando de Globoplay, Globosat Play poderiamos tratar nesse tópico:
http://www.satclube.com.br/forumbsd/viewtopic.php?t=11864&start=40

Poderia ser também no tópico do sathd, mas não impede que tratemos aqui. O assunto é interessante, onde você viu esse aparelho que com essa interatividade ?


Esse é o novo receptor Sat HD regional da Elsys que terá interatividade e alguns aplicativos como Globo play, por isso citei futuramente nada que imeça a entrada também da Globosat play, tanto que já tem smartv com esses aplicativos mas o serviço ainda é ligado a transmissão linear, futuramente como o Grupo tem interesse de lançar o serviço on demand separado assim optar a assinatura separa a assinatura linear por questão de mercado até já comentado por aqui no portal e em sites do ramo desse planejamento futuro, quando ocorrer há grande possibilidade da Globo instalar nos aparelhos sat HD com interatividade o mesmo aplicativo como chamativa pra assinatura do produto, isso já desligado da assinatura de tv paga e individual do serviço, assim como o aparelho já tem Globo play, não sei se o aparelho interativo da elsys já foi lançado mas foi anunciado já pela fabricante.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #145
08/08/2018, 15:40

Brasil terá satélite totalmente desenvolvido pela indústria brasileira

Os resultados das discussões com as instituições de fomento do País, no 1º Fórum da Indústria Espacial Brasileira, promovido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), em novembro de 2017, em São José dos Campos (SP), contribuíram muito para um acordo que culminou no projeto-piloto de um satélite a ser desenvolvido totalmente pela indústria brasileira.

O contrato foi assinado pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação (Embrapii), o Instituto Senai de Inovação de Florianópolis (SC) e a empresa Visiona Tecnologia Espacial, joint venture da Telebrás. O programa está orçado em R$ 7,8 milhões, dos quais R$ 2,6 milhões serão financiados sem reembolso pela Embrapii.

Com 11 quilos, o microssatélite contará com um subsistema ainda não totalmente desenvolvido pelo Brasil, denominado Sistema de Controle de Atitude e Órbita (AOCS), um rádio reconfigurável e uma pequena câmera de observação da Terra. As três tecnologias serão validadas em órbita com o lançamento do microssatélite, previsto para acontecer daqui a 18 meses.

Iniciativa ousada

Segundo o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, foi feito um grande investimento para que o software fosse desenvolvido aqui no País, testado em voo e qualificado para ser utilizado em outros satélites. “Todo esse processo representa iniciativa de uma empresa brasileira que atua na área espacial, e demonstra uma atitude empresarial ousada que vai ajudá-la a se qualificar e se destacar no setor espacial”.

Para o diretor de Satélites, Aplicações de Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel, “o desenvolvimento desse satélite contribuirá para a consolidação de uma empresa integradora de satélites no Brasil”. Já o diretor de Tecnologia Espacial da Visiona, Himilcon Carvalho, ressaltou que esse satélite promoverá uma grande evolução na autonomia tecnológica do País.

Segunda edição do Fórum da Indústria Espacial

As oportunidades identificadas no Fórum da Indústria Espacial, de acordo com o presidente da AEB, estão surtindo efeito, e, com certeza, irão impulsionar ainda mais o setor em agosto deste ano, quando acontecerá a 2ª edição do Fórum da Indústria Espacial, organizado pela AEB, em parceria com a Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Parque Tecnológico São José dos Campos (SP).

Tudo isso reforça a importância da aproximação do governo com as indústrias e o setor acadêmico. “São em momentos como esses que as relações se estreitam e surgem grandes projetos, como esse firmado com a Embrapii/Senai”, concluiu José Raimundo.

http://www.aeb.gov.br/brasil-tera-satelite-totalmente-desenvolvido-pela-industria-brasileira/

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #146
11/08/2018, 08:32

EVENTOS
Mercado de satélites em debate dias 14 e 15 de agosto


Congresso Latinoamericano de Satélites acontece no Rio de Janeiro e discute os principais temas da indústria. Confira a programação completa:

Novos modelos e os impactos na fabricação de satélites. Palestrante: Andy Tillmann, Vice Presidente de Desenvolvimento, SSL

A diversificação de modelos de negócio.Palestrante: Javier Recio, CCO, Eutelsat Americas

O modelo de nanosatélites. Palestrante: João Paulo Campos, presidente, Visiona

Novas oportunidades no mercado brasileiro. Painelistas:
Márcio Tiago (Yahsat) Lincoln Oliveira (Embratel Star One) Leonardo Capdeville (CTO da TIM)

O satélite e a chegada da 5G e IoT no Brasil
Painelistas:

Vitor Menezes, superintendente de espectro e órbita da Anatel
Matt Abrams, Senior market advisor – Mobile Networks, Intelsat
Carlos Xavier, diretor geral, Advantech Brasil (ASAT NET)

As perspectivas para o Satélite Brasileiro
Palestrantes:

Jarbas Valente, presidente, Telebrás
Lisa Scalpone, gerente geral para o Brasil, Viasat


Perspectivas para o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais – PESE. Palestrante:
Brigadeiro-do-Ar José Vagner Vital, Vice-Presidente Executivo da CCISE

Competição e desafios no segmento de banda Ka
Debatedores:
Rafael Guimarães, diretor geral da Hughes do Brasil
Sérgio Chaves, diretor de negócios para América do Sul da Hispamar
Kevin Cohen, gerente geral de community WiFi, Viasat

A nova regulamentação satelital. Palestrante:
Fabio Leite, Inmarsat

O satélite na perspectiva político/regulatória brasileira Palestrante: Juarez Quadros, presidente da Anatel

O mercado na visão dos players Keynotye Lluc Palerm, NSR
Debatedores:
Gustavo Silbert, presidente, Embratel Star One
Márcio Brasil, diretor, Intelsat
Rodrigo Campos, diretor geral, Eutelsat
Mauro Wajnberg, diretor geral, Telesat
Jurandir Pitsch, VP de desenvolvimento de mercados, SES
Clóvis Baptista, presidente, Hispamar

As oportunidades do mercado baseado em Observação da Terra. Palestrante: Paulo Bezerra, diretor de defesa e inteligência, DigitalGlobe

A retomada do mercado de óleo e gás. Palestrante: Andre Sant'anna, Country Manager da Speedcast / CapRock

Soluções para a agricultura Palestrante: Lucíola Alves Magalhães, pesquisadora da Embrapa

O futuro do vídeo via satélite. Painelistas:
Roberto Primo, diretor de tecnologia da Globosat
Cláudio Zylberman, diretor de engenharia e tecnologia, Claro Brasil
Leonardo Fraga Godoy, estratégia e inteligência de negócios, SES Gary Drutin, Chief Business Officer, Novelsat

http://teletime.com.br/10/08/2018/congresso-latinoamericano-de-satelites-tera-participacao-da-anatel-e-principais-players-do-mercado/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+10%2F08%2F2018+22%3A21

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #147
15/08/2018, 07:57

Anatel enviará seis propostas de novas redes à UIT, incluindo bandas Q/V

A Anatel enviará para aprovação na União Internacional de Telecomunicações (UIT) seis propostas de novas redes para aplicações satelitais, incluindo nas bandas Ka e Q/V (40/50 GHz). Segundo o superintendente de espectro e órbita da agência, Vitor Menezes, essas faixas mais altas são um futuro inevitável para o setor, incluindo sua relação direta com a tecnologia móvel 5G. “Já estamos nos preparando para isso, as bandas Ka e Q/V foram enviadas à UIT, acompanhando o mercado mundial e visando o mercado brasileiro”, declarou. A autorização para o pagamento do uso das redes foi autorizada pela agência na semana passada, o que só foi possível após a recomposição orçamentária – antes, o órgão regulador só conseguia aproveitar a gratuidade na entidade internacional e enviar proposta de uma rede por vez.

...
A Anatel realizou estudo para destinar as posições 31,5° Oeste, 53° Oeste, 59° Oeste, 72,5° Oeste, 78° Oeste e 80° Oeste para destinar à telefonia móvel 5G.

...
A Anatel estuda dedicar 200 MHz para a futura tecnologia 5G várias frequências, incluindo na faixa de 3,5 GHz. Há a preocupação com as possíveis interferências tanto na banda C estendida como na banda C padrão em sistemas TVRO, então a agência está executando testes. “Só vamos fazer o leilão quando tivermos absoluta certeza da convivência pacífica com TVRO”, declara Vitor Menezes. A estimativa atual é de 20 milhões de domicílios com esses equipamentos de recepção por antena parabólica, mas o superintendente assegura que será preciso haver certeza no levantamento para precificar a faixa.


Texto completo disponível em:
https://www.mobiletime.com.br/noticias/14/08/2018/anatel-enviara-seis-propostas-de-novas-redes-a-uit-incluindo-bandas-q-v/

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #148
16/08/2018, 07:42

Operadoras criticam diretamente contrato da Telebras com a Viasat

Apesar da defesa da estatal ao alegar transparência para órgãos de controle, operadoras satelitais reclamam de falta de isonomia com outros players no mercado.

http://teletime.com.br/15/08/2018/mercado-continua-questionando-contrato-da-telebras-com-a-viasat/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+16/08/2018+01:09

Anatel prevê crescimento de 360% em capacidade satelital no Brasil em seis anos

Entre 2015 e 2021, somente a capacidade em banda Ka saltará de 17,8 GHz para 128,5 GHz, segundo dados da agência apresentados pelo presidente Juarez Quadros.

http://teletime.com.br/15/08/2018/anatel-preve-crescimento-de-360-em-capacidade-satelital-no-brasil-em-seis-anos/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+16/08/2018+01:09

Há risco de bolha no mercado de satélites LEO, avalia consultoria NSR


Enquanto ocorrem investimentos e testes em artefatos de órbita baixa, ainda há incertezas sobre o modelo de negócios com a necessidade de altos investimentos operacionais

http://teletime.com.br/15/08/2018/ha-risco-de-bolha-no-mercado-de-satelites-leo-avalia-consultoria-nsr/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+16/08/2018+01:09

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #149
24/08/2018, 07:52

4K para TV aberta e novo Ginga são destaques na SET Expo 2018


O Ultra HD, ou 4K, já é uma realidade em várias plataformas online, mas você certamente nunca viu uma transmissão com essa qualidade na TV aberta brasileira. São os novos formatos de mídia, com foco em experiências combinadas entre conteúdos linear e on-demand, que o Fórum SBTVD (Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) prevê como evolução do atual padrão de tv digital. O evento SET Expo deste ano, que acontece entre os dias 27 e 30 de agosto em São Paulo, é o maior sobre conteúdo e tecnologia de mídia da América Latina e contará com demonstrações sobre o futuro da TV.

Além das demonstrações de 4K realizadas pelas empresas Rede Globo e Dolby, o Fórum SBTVD abordará também a atualização do padrão atual ISDB-T, com uma plataforma de interatividade baseada no conceito de serviços IBB (Integrated Broadcast – Broadband), além do estudos para uso do HDR e do áudio imersivo. “O amadurecimento do padrão ISDB-T e a evolução da interatividade proporcionará, em um futuro próximo, a convergência entre broadcast e broadband. Isso significa que o telespectador brasileiro terá acesso a conteúdos da programação convencional mesclados com conteúdos da internet. Tudo isso em ultra alta definição e com um sistema de áudio e cores muito superior ao utilizado hoje”, esclarece José Marcelo Amaral, presidente da instituição.

Outros destaques da feira ficam por conta do lançamento de novos serviços e equipamentos para o setor de radiodifusão. A EiTV lançará na SET Expo a plataforma EiTV CLOUD, que possibilitará que conteúdos audiovisuais possam ser vistos em qualquer tela do planeta, a partir de um único emissor. Esta solução poderá ser usada para ampliar a programação de uma pequena emissora de TV local ou também para atender ao mercado de EAD.

A Hitachi Kokusai Linear levará soluções em codificação, multiplexação e transmissores da linha E-Compact, além de fazer demonstrações do EWBS (Emergency Warning Broadcast System – Sistema de Alerta de Emergência por Radiodifusão), que emite alertas em casos de riscos iminentes de desastres naturais. Este recurso também será apresentado pela ShowCase Pro, que lançará nova solução de acessibilidade que permite traduzir as legendas ocultas da TV em LIBRAS por meio de um avatar.

Por fim, a SM Facilities lança na SET uma solução técnica de modelo de negócios para as redes de TV levarem o sinal digital para todo Brasil. A companhia é especializada em site acquisition, site survey, construção de sites, instalação e manutenção de equipamentos, incluindo soluções Turn Key, até o treinamento, consultoria de gerenciamento de projetos e O&M para redes de transmissão.

“É sempre enriquecedor poder contar com a presença de tantas marcas associadas ao Fórum SBTVD em um evento de tamanho prestígio e relevância para o setor”, comemora José Marcelo Amaral ao se referir às mais de 50 empresas que fazem parte da associação. A SET Expo terá início no dia 27 de agosto apenas com congressos e, a partir do dia 28 até o dia 30, segue com uma série de palestras e a feira expositiva.

http://www.set.org.br/set-news/4k-para-tv-aberta-e-novo-ginga-sao-destaques-na-set-expo-2018/

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #150
24/08/2018, 08:42

Inovações 2018 para Contribuição, Distribuição e Entrega de Conteúdos via Satélite

A indústria da mídia audiovisual de um modo amplo a nível mundial,vem acompanhando a grande transformação por que passa o negócio das operadoras de satélites, talvez a maior de sua história.”Rupturas tecnológicas”,aumento de capacidade com HTS,mais Mbit/s por menos MHz de transponder,novos serviços e mais aplicações estão na “ordem do dia”.Mais e maiores exigencias de clientes, preços em queda por pressão da competição acirrada e necessidade de vultosos investimentos para retorno a longo prazo forçam a busca de inovações imediatas,soluções e modelos de negócios diferenciados. Neste painel serão apresentadas e discutidas as proposições e ofertas de inovações, no contexto 2018, das operadoras de satélite para contribuição,distribuição e entrega de conteúdos.

http://www.set.org.br/events/setexpo/set-expo-2018-programacao#Inova%C3%A7%C3%B5es%202018%20para%20Contribui%C3%A7%C3%A3o,%20Distribui%C3%A7%C3%A3o%20e%20Entrega%20de%20Conte%C3%BAdos%20via%20Sat%C3%A9lite

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #151
24/08/2018, 09:57



Complementando a cobertura terrestre via satélite

Diante do grande desafio do desligamento terrestre dos sinais analógicos em todo o Brasil, a distribuição via satélite ganha relevância como estratégia no complemento de cobertura. No painel, vamos explorar as principais vantagens desta escolha. Mas a que preço? Que soluções os países que já realizaram o switch off analógico aplicaram em seus mercados? E no Brasil, há alguma oportunidade? Que ações e quais inovações tecnológicas nas plataformas de satélite podem ajudar na digitalização da base?
http://www.set.org.br/events/setexpo/set-expo-2018-programacao#Complementando%20a%20cobertura%20da%20TV%20terrestre%20%20atrav%C3%A9s%20de%20Sat%C3%A9lite

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #152
29/08/2018, 07:57

Hispamar fecha acordo com fornecedoras e canal de TV por assinatura

Operadora de satélites fechou contratos para terminais híbridos em bandas Ku e Ka e para o desenvolvimento de miniterminais. Com a Woohoo, passou a oferecer TV por meio da banda C estendida.
http://teletime.com.br/28/08/2018/hispamar-fecha-acordo-com-fornecedoras-e-canal-de-tv-por-assinatura/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+28/08/2018+23:41

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #153
29/08/2018, 08:00

Globoplay terá experiência integrada com a TV aberta e com aparelhos de TV

Para permitir a integração das plataformas smart com o conteúdo terrestre, o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital desenvolveu um framework, que está em consulta pública para que vire norma da ABNT.

http://teletime.com.br/28/08/2018/globoplay-tera-experiencia-integrada-com-a-tv-aberta-e-com-aparelhos-de-tv/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+28/08/2018+23:41

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #154
29/08/2018, 12:47

J.B.F.LIMA escreveu:
Globoplay terá experiência integrada com a TV aberta e com aparelhos de TV

Para permitir a integração das plataformas smart com o conteúdo terrestre, o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital desenvolveu um framework, que está em consulta pública para que vire norma da ABNT.

http://teletime.com.br/28/08/2018/globoplay-tera-experiencia-integrada-com-a-tv-aberta-e-com-aparelhos-de-tv/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+28/08/2018+23:41


Está tendo nas TVs o aplicativo, agora que terá nos receptores via Satélite dela aumentará o alcance do mesmo fora do acesso pelo site próprio dela, direto aos dispositivos de multimídia além de smartfones, estão expandindo o serviço pra mais pessoas acessarem. Alias o Receptor da Elsys SAT HD Regional com essa interatividade já foi lançado ?

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Bruno Caputo
São João del-Rei - Minas Gerais
Mensagem: #155
29/08/2018, 14:00

J.B.F.LIMA escreveu:
Brasil terá satélite totalmente desenvolvido pela indústria brasileira

Os resultados das discussões com as instituições de fomento do País, no 1º Fórum da Indústria Espacial Brasileira, promovido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), em novembro de 2017, em São José dos Campos (SP), contribuíram muito para um acordo que culminou no projeto-piloto de um satélite a ser desenvolvido totalmente pela indústria brasileira.

O contrato foi assinado pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação (Embrapii), o Instituto Senai de Inovação de Florianópolis (SC) e a empresa Visiona Tecnologia Espacial, joint venture da Telebrás. O programa está orçado em R$ 7,8 milhões, dos quais R$ 2,6 milhões serão financiados sem reembolso pela Embrapii.

Com 11 quilos, o microssatélite contará com um subsistema ainda não totalmente desenvolvido pelo Brasil, denominado Sistema de Controle de Atitude e Órbita (AOCS), um rádio reconfigurável e uma pequena câmera de observação da Terra. As três tecnologias serão validadas em órbita com o lançamento do microssatélite, previsto para acontecer daqui a 18 meses.

Iniciativa ousada

Segundo o presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, foi feito um grande investimento para que o software fosse desenvolvido aqui no País, testado em voo e qualificado para ser utilizado em outros satélites. “Todo esse processo representa iniciativa de uma empresa brasileira que atua na área espacial, e demonstra uma atitude empresarial ousada que vai ajudá-la a se qualificar e se destacar no setor espacial”.

Para o diretor de Satélites, Aplicações de Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel, “o desenvolvimento desse satélite contribuirá para a consolidação de uma empresa integradora de satélites no Brasil”. Já o diretor de Tecnologia Espacial da Visiona, Himilcon Carvalho, ressaltou que esse satélite promoverá uma grande evolução na autonomia tecnológica do País.

Segunda edição do Fórum da Indústria Espacial

As oportunidades identificadas no Fórum da Indústria Espacial, de acordo com o presidente da AEB, estão surtindo efeito, e, com certeza, irão impulsionar ainda mais o setor em agosto deste ano, quando acontecerá a 2ª edição do Fórum da Indústria Espacial, organizado pela AEB, em parceria com a Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Parque Tecnológico São José dos Campos (SP).

Tudo isso reforça a importância da aproximação do governo com as indústrias e o setor acadêmico. “São em momentos como esses que as relações se estreitam e surgem grandes projetos, como esse firmado com a Embrapii/Senai”, concluiu José Raimundo.

http://www.aeb.gov.br/brasil-tera-satelite-totalmente-desenvolvido-pela-industria-brasileira/


Sem tanto dinheiro, um radioamador brasileiro montou um satélite, e com ajuda americana lançou ao espaço. Deem um google sobre o gênio Júnior Torres de Castro

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #156
29/08/2018, 21:34

J.B.F.LIMA escreveu:
4K para TV aberta e novo Ginga são destaques na SET Expo 2018


O Ultra HD, ou 4K, já é uma realidade em várias plataformas online, mas você certamente nunca viu uma transmissão com essa qualidade na TV aberta brasileira. São os novos formatos de mídia, com foco em experiências combinadas entre conteúdos linear e on-demand, que o Fórum SBTVD (Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre) prevê como evolução do atual padrão de tv digital. O evento SET Expo deste ano, que acontece entre os dias 27 e 30 de agosto em São Paulo, é o maior sobre conteúdo e tecnologia de mídia da América Latina e contará com demonstrações sobre o futuro da TV.

Além das demonstrações de 4K realizadas pelas empresas Rede Globo e Dolby, o Fórum SBTVD abordará também a atualização do padrão atual ISDB-T, com uma plataforma de interatividade baseada no conceito de serviços IBB (Integrated Broadcast – Broadband), além do estudos para uso do HDR e do áudio imersivo. “O amadurecimento do padrão ISDB-T e a evolução da interatividade proporcionará, em um futuro próximo, a convergência entre broadcast e broadband. Isso significa que o telespectador brasileiro terá acesso a conteúdos da programação convencional mesclados com conteúdos da internet. Tudo isso em ultra alta definição e com um sistema de áudio e cores muito superior ao utilizado hoje”, esclarece José Marcelo Amaral, presidente da instituição.

Outros destaques da feira ficam por conta do lançamento de novos serviços e equipamentos para o setor de radiodifusão. A EiTV lançará na SET Expo a plataforma EiTV CLOUD, que possibilitará que conteúdos audiovisuais possam ser vistos em qualquer tela do planeta, a partir de um único emissor. Esta solução poderá ser usada para ampliar a programação de uma pequena emissora de TV local ou também para atender ao mercado de EAD.

A Hitachi Kokusai Linear levará soluções em codificação, multiplexação e transmissores da linha E-Compact, além de fazer demonstrações do EWBS (Emergency Warning Broadcast System – Sistema de Alerta de Emergência por Radiodifusão), que emite alertas em casos de riscos iminentes de desastres naturais. Este recurso também será apresentado pela ShowCase Pro, que lançará nova solução de acessibilidade que permite traduzir as legendas ocultas da TV em LIBRAS por meio de um avatar.

Por fim, a SM Facilities lança na SET uma solução técnica de modelo de negócios para as redes de TV levarem o sinal digital para todo Brasil. A companhia é especializada em site acquisition, site survey, construção de sites, instalação e manutenção de equipamentos, incluindo soluções Turn Key, até o treinamento, consultoria de gerenciamento de projetos e O&M para redes de transmissão.

“É sempre enriquecedor poder contar com a presença de tantas marcas associadas ao Fórum SBTVD em um evento de tamanho prestígio e relevância para o setor”, comemora José Marcelo Amaral ao se referir às mais de 50 empresas que fazem parte da associação. A SET Expo terá início no dia 27 de agosto apenas com congressos e, a partir do dia 28 até o dia 30, segue com uma série de palestras e a feira expositiva.

http://www.set.org.br/set-news/4k-para-tv-aberta-e-novo-ginga-sao-destaques-na-set-expo-2018/



Essa quero ver, porque é um assunto interessante e será um grande desafio se for alcançado e qualquer alteração no formato da TV Digital brasileira ISDB-TB será coisa de pelo menos mais dez anos porque essa mudança será mais complicada, já que a prioridade é a migração ainda e aprofundamento da cobertura Analógico x digital no restante do país já que isso é o desafio atual, depois de pensa em desenvolvimento de outras tecnologias futuras pra tv aberta com imagem, já que o digital ainda é recente e em crescimento, além do que melhor esperar se realmente o 4k irá vingar e se popularizar aqui no mercado, pra adicionar na tv aberta e as pessoas começarem a aderir em massa como está ocorrendo no digital atual, além do prazo de geração essa atual de migração ainda está muito recente, tem muita gente que comprou tv nova e digital só agora, adesão maior da copa de 2014 pra cá que são 4 anos período que se começou a ensaiar a migração do analógico ao digital, então é coisa de pelo menos mais dez anos pra pensar seriamente em adotar o padrão compatível também na TV aberta desse formato de vídeo superior, porque se adotasse hoje a adesão seria pequena porque a migração pra nova tecnologia é bem mais lenta que pro atual digital, HD e Full HD nosso. Mesmo com as vendas o público geral (massa) ainda não quis aderir, mesmo caso do 3D que acabou morrendo por causa disso pra uso doméstico, sem contar é novo e tecnologia contante, tanto que o HD já está sendo considerado passado e pouco tempo que começou a popularizar e já estão desenvolvendo outras melhores que 4k como 8k então indefinido muito qual será o padrão daqui uma década que podem ter mudanças consideráveis dos atuais comuns de muitos.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #157
31/08/2018, 07:53

Viasat e Boeing começarão testes do primeiro satélite da classe ViaSat-3

Artefato deverá cobrir as Américas com banda Ka e capacidade de 1 Tbps a partir de 2020. Chegada da primeira estrutura do módulo de carga útil permite início da fase de integração e testes



http://teletime.com.br/30/08/2018/viasat-e-boeing-comecarao-testes-do-primeiro-satelite-da-classe-viasat-3/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+30%2F08%2F2018+22%3A43

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #158
31/08/2018, 07:55

Anatel publica novo regulamento do Serviço de Radioamador

A Anatel publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 30, a resolução que atribui e destina faixas de frequência ao serviço Radioamador e o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofrequências pelo Serviço de Radioamador. De acordo com a determinação, passa a ser atribuído em caráter primário e sem exclusividade as faixas de 1.850 kHz a 2.000 kHz e de 3.800 kHz a 4.000 kHz. Em caráter secundário, o serviço poderá contar também com as faixas de 135,7 kHz a 137,8 kHz; de 472 kHz a 479 kHz; e de 10.100 kHz a 10.138 kHz, harmonizando as regras brasileiras com os padrões internacionais.

http://teletime.com.br/30/08/2018/anatel-publica-novo-regulamento-do-servico-de-radioamador/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+30%2F08%2F2018+22%3A43

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #159
20/09/2018, 08:15

Os desafios para a transformação digital do setor de telecomunicações

Publicação importante e interessante da Teletime por Samuel Possebon, transcrevo na integra devido relevância do tema. Disponivel em :
http://teletime.com.br/20/09/2018/os-desafios-para-a-transformacao-digital-do-setor-de-telecomunicacoes/?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TELETIME+News+-+20/09/2018+01:03

Citação:

É inquestionável que as empresas de telecomunicações precisam passar por um processo profundo de transformação digital, o que significa pensar e orientar toda a gestão, desde o planejamento até a operação e atendimento, passando pela definição de (novos) produtos, a funcionar com base em dados e informações digitais. Nesta quarta, 19, as publicações TELETIME e a TI Inside organizaram em São Paulo o evento Digital Telco, que procurou mostrar em que estágio está a indústria de telecom em relação a este processo e para onde o futuro aponta. Ao contrário do senso comum, de que o setor de telecom é atrasado e conservador, o que ficou claro no evento é que a transformação digital é uma realidade nas operadoras, e que muita coisa já está acontecendo. O que, entretanto, não torna os desafios menores nem significa que ainda haja um longo caminho a ser percorrido.

Por que digitalizar?

A primeira pergunta colocada pelo evento aos operadores foi justamente a razão de a transformação digital ser um imperativo. Não existe uma resposta única. A primeira, obviamente, é porque existe uma fortíssima concorrência das empresas que são nativas do universo digital: as empresas de Internet, que por terem uma agilidade e capacidade de inovação muito maiores do que as telcos tradicionais, têm hoje margens melhores e navegam muito mais confortavelmente junto a investidores e acionistas (não por acaso, têm valor de mercado quatro vezes maior do que o das teles tradicionais).

Mas não é apenas este fator competitivo que impulsiona a necessidade de transformação digital das teles. As receitas de telecom são declinantes há vários anos, as necessidades de investimento são elevadas e constantes, as margens estão cada vez mais apertadas e, sobretudo, o digital é cada vez mais a linguagem e a demanda dos consumidores.

A digitalização pode ser dar em vários níveis de uma operadora de telecom. Na camada de rede (com a virtualização de funções e capacidade); no planejamento estratégico e de investimentos (usar os dados da própria rede para saber alocar recursos); operação (para diminuir a quantidade/necessidade de intervenções humanas); formatação e definição de produtos; nos produtos digitais em si (que de outra forma não teriam nem como ser oferecidos); alocação de recursos de vendas e marketing; prevenção de fraudes e recuperação de receitas; combate ao churn; atendimento e relacionamento com o consumidor entre outras áreas. Tudo em uma tele é passível de um profundo processo de transformação com a utilização de big data e analytics, inteligência artificial, canais digitais de interação etc.

Como pagar a conta

Mas ainda existe uma grande questão para as empresas, como ficou evidente no evento: como monetizar este esforço? O processo de digitalização e adoção de big data não é um mero exercício estatístico, mas precisa trazer resultados. E fazer a pergunta certa sobre que problemas precisam ser resolvidos com a digitalização parece ser uma tarefa menos trivial do que parece. Hoje, o que as primeiras experiências de transformação digital trazem de benefício para o setor de telecom parece ser na redução de custos, mas as empresas ainda apostam que terão novas receitas no momento em que novos serviços puderem ser viabilizados.

Para chegar a um ambiente digital contudo, os desafios das empresas tradicionais de telecomunicações têm sido bastante grandes. A começar por uma cultura corporativa que só agora começa a mudar no sentido de entender todo o potencial e os benefícios da transformação digital. O que se vê é que nos últimos anos os times dedicados a esta transformação têm crescido substancialmente, dentro das teles, e se tornado cada vez mais interdisciplinares, e isso é positivo.

Do ponto de vista tecnológico e de padronização, nada indica que o setor de telecomunicações terá grandes desafios para a sua digitalização. A cultura digital pede modelos e sistemas ágeis, e o tempo de grandes projetos que demoravam anos para serem implementados parecem ter ficado para trás. Mas ainda existem obstáculos internos e nem sempre a empresa está orientada ao ambiente digital como prioridade.

Parcerias

Com isso, o caminho mais promissor para a transformação digital das empresas de telecom parece ser mesmo dentro do modelo de parcerias, basicamente porque muitas vezes o necessário conhecimentos específicos sobre outros mercados está nestas parcerias (como no caso de verticais de serviços corporativos, por exemplo); e também pela possibilidade de redução dos riscos e ganho de agilidade no desenvolvimento de projetos digitais.

As empresas de telecom têm algumas vantagens para entrarem no mundo digital, sobretudo em função da grande quantidade de dados produzida pelas redes, a irreplicabilidade das redes, a capacidade de edge computing (processamento de dados na ponta das redes), a relação próxima ao consumidor e (ainda) a capacidade de investimentos. Mas estes diferenciais são cada vez menos relevantes, apontaram os especialistas que participaram do evento, considerando que as empresas de internet têm hoje informações muito semelhantes e com muito menos limitações legais e regulatórias. Por isso a pressa das teles para aproveitar esses diferenciais enquanto ainda são uma vantagem.

Regulação e cultura

A questão regulatória, a propósito, foi apontada no evento como um desafio importante para a digitalização do setor de telecomunicações, que é, por natureza, muito regulado. A questão da privacidade é cada vez mais crítica nos serviços digitais e o Brasil tem uma legislação considerada bastante abrangente neste campo, sem falar nas questões de neutralidade e coleta de dados estabelecidas pelo Marco Civil da Internet. Não existe a leitura de que estas limitações legais sejam, hoje, um problema, mas empresas de Internet operam com mais liberdade.

Outro desafio é que o setor de telecomunicações ainda é dividido em silos, com pouca interação entre as diferentes áreas e cada uma delas com culturas digitais mais ou menos desenvolvidas. Sem falar nas tecnologias, redes e estruturas legadas. Este sentido, o planejamento com foco em digital e, sobretudo, o estabelecimento de metas claras para desenvolvimentos dos projetos de transformação digital.

Competição vs. cooperação

Um aspecto ainda nebuloso colocado pelas empresas de telecomunicações é sobre as formas com que elas poderiam trabalhar em conjunto. Existe a percepção de que o setor pode ser mais forte no ambiente digital se jogar em conjunto, agregando informações, estabelecendo políticas de boas práticas comuns, unificando discursos e bandeiras regulatórias. Mas isso não é simples no setor de telecom, tradicionalmente desunido e muito competitivo. Como a digitalização é vista como um diferencial concorrencial efetivo entre as empresas, parece ainda haver um longo caminho até que o setor reme na mesma direção, dentro do mesmo barco.

Hoje, as operadoras já tem adotado processos de transformação em diversas áreas, e existe um discurso comum de que isso é essencial para agregar valor à conectividade. Este imperativo torna-se ainda mais relevante na iminência do ambiente de Internet das Coisas, em que as teles sabem que precisam agregar serviços para além da operação de rede, e sobretudo da quinta geração (5G). Esta nova geração já nasce em um contexto 100% digital dentro das empresas, exige desde redes virtualizadas até serviços digitais avançados, e oferece muitas possibilidades de produtos que hoje não existem no ambiente wireless, em função das baixas latências, altas velocidades e capacidade de slicing de rede (o que abre a possibilidade de ampla customização da conexão oferecida).

O evento Digital Telco reuniu representantes das operadoras Oi, Claro, Vivo, TIM, Nextel, das consultorias Frost & Sullivan, da Quaasar e dos fornecedores Cisco, Ciena e VMWare.


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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #160
09/10/2018, 08:00

Agência Espacial busca investimentos para modernizar Centro de Lançamento de Alcântara (MA)

A Agência Espacial Brasileira (AEB ), com o apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério da Defesa (MD), tem trabalhado para a estruturação de um centro espacial em Alcântara, no estado do Maranhão, com vistas a permitir uma operação comercial na região. Para a implantação de um centro de lançamento comercial, alguns investimentos são necessários, especialmente no que tange à infraestrutura logística de acesso. Apesar de o centro se encontrar em perfeitas condições operacionais e com infraestrutura tecnológica de última geração, o acesso ao centro para transporte de cargas e de pessoas ainda é um gargalo importante, que pode prejudicar a competitividade e também dificultar a atração de indústrias para o entorno do Centro. A AEB tem trabalhado desde os anos 2000 para garantir a infraestrutura necessária ao funcionamento do Centro, inclusive já tendo realizado estudos e projetos para a implantação de uma infraestrutura aeroportuária completa, que ainda não foram executados por falta de recursos, estando no momento em fase de análise pelo Comando da Aeronáutica (COMAER) para atualização aos requisitos de infraestrutura atualmente vigentes.

Atualmente, a forma mais rápida e segura de acessar o Centro é através do aeródromo já existente, que ainda não possui, entretanto, condições de suportar as atividades comerciais previstas.
Tendo em vista essa necessidade de investimentos na infraestrutura logística, a AEB está em tratativas com a Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (SAC-MTPA), contando com o apoio do MCTIC, para buscar recursos para os investimentos no aeródromo do Centro, utilizando como base o projeto executivo disponibilizado pela AEB, ora em atualização.

Como a SAC hoje é a responsável pelo planejamento dos investimentos em aeroportos civis no país, e é a gestora dos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), ela tem se mostrado uma parceira importante para viabilizar os investimentos no aeroporto do Centro, visto que o objetivo final é permitir a comercialização de lançamentos de satélites e sua utilização comercial. A identificação da parceria com a SAC, responsável por investimentos em aeroportos civis no país, foi um passo importante dado pela AEB para garantir as condições mínimas de acesso e competitividade ao Centro.

Para que tais investimentos sejam realizados, faz-se necessário permitir o uso compartilhado (civil e militar) do aeródromo, que hoje é exclusivamente militar, passo importante para a comercialização de lançamentos de satélites. Esse processo, conhecido como zoneamento civil/militar, não é um modelo novo, já sendo adotado em outros aeroportos, como o de Santa Maria (RS). Tal procedimento permitirá que sejam avaliados investimentos com recursos do FNAC, que poderá viabilizar a execução das obras necessárias para adequação operacional do aeródromo do Centro, investimento da ordem de 70 milhões de reais. Uma vez instalada a infraestrutura do aeródromo, a AEB resolve uma importante dificuldade e assegura ao setor privado que o Programa Espacial Brasileiro está empenhado em viabilizar os lançamentos comerciais de satélites a partir deste Centro.

É importante lembrar que o Centro se encontra em uma área de responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB). Entretanto, com o projeto de comercialização dos lançamentos nessa área, um centro essencialmente comercial deve surgir na região, tornando-se um vetor de desenvolvimento para o Município de Alcântara-MA, para o Estado do Maranhão e também para o País, que passa a compor o diminuto grupo de nações que possuem a capacidade de acesso ao espaço. A modelagem que está sendo desenvolvida pela AEB, em conjunto com diferentes atores, vislumbra a transformação do Centro em uma área comercial, que possa operar em um regime competitivo, como ocorre em todos os mercados privados de lançamentos de satélites que estão surgindo no mundo. Destaca-se também o fato de que o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) é dedicado às atividades espaciais. Devido às suas características singulares, a solução a ser construída para a sua gestão será, em alguma medida, inovadora, e deverá ser arquitetada em conjunto com os diferentes setores envolvidos.

A AEB entende que a operação comercial e plenamente funcional de um centro espacial em Alcântara demandará cada vez mais um arranjo institucional comercial e, eventualmente, privado. Neste sentido, o zoneamento civil e militar de seu aeroporto é um passo importante para consolidar o projeto de comercialização de lançamentos de satélites a partir de Alcântara, e para o desenvolvimento regional que o programa espacial oferece para o país.

Em adição a esta iniciativa, outras estão sendo tomadas pela AEB com o objetivo de potencializar o Programa Espacial Brasileiro, seja na forma do financiamento de projetos de satélites e lançador nacionais, de transferência de tecnologia para empresas nacionais, do aperfeiçoamento da base legal e da governança do setor, da busca for fontes alternativas de financiamento, ou da solução de problemas estruturais associados aos recursos humanos dos órgãos públicos de ciência e tecnologia que integram nosso sistema espacial, assuntos que serão tratados em futuras comunicações.

http://www.aeb.gov.br/agencia-espacial-brasileira-aeb-articula-com-a-secretaria-de-aviacao-civil-sac-investimentos-para-a-modernizacao-da-logistica-de-acesso-ao-centro-de-lancamentos-de-alcantara-cla/

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