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Migração de rádios AM para FM
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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #1
25/06/2017, 12:55

País vive momento de grandes conquistas no setor de radiodifusão, diz ministro


Gilberto Kassab participou nesta sexta-feira (23) de força-tarefa para agilizar o processo de migração de 36 rádios AM para FM no estado de São Paulo. É o sexto mutirão organizado pela Secretaria de Radiodifusão pelo país.

A força-tarefa para acelerar a migração de rádios AM para FM, somada ao processo de digitalização do sinal de televisão, deixa 2017 na história como um momento de avanços extraordinários na radiodifusão brasileira. A opinião é do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que participou nesta sexta-feira (23), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo (SP), de mutirão em que 36 emissoras paulistas assinaram termos aditivos de adaptação das outorgas para mudar de faixa.

"Neste ano, a gente vive a consolidação dessas conquistas, seja junto às televisões e seja junto às rádios, mas também numa parceria muito expressiva com as operadoras de telecomunicações", disse Kassab. "Um entendimento perfeito, onde quem ganha são todos os brasileiros. Não há um único cidadão, em qualquer canto do país, de norte a sul, de leste a oeste, que não esteja sendo beneficiado por essa importante ação do poder público, por meio dos municípios, dos estados e da União, ao lado dos empreendedores, ganhando em qualidade, na dimensão dos custos empresariais e em conforto."

As 36 emissoras completaram o processo de migração ao apresentar certidão de regularidade fiscal e quitar o boleto de mudança de outorga de AM para FM. "Aqui, hoje, a partir desse ato, vamos ter uma redução significativa de custos de manutenção, porque os equipamentos serão mais baratos e, com isso, as rádios vão poder confiar e ter confiança para fazer mais investimentos. Isso significa mais empregos e melhor qualidade de som", explicou o ministro.

Kassab colocou o ministério à disposição na busca de saídas para desburocratizar o setor. "Sabemos o que significa isso para a nossa democracia e a liberdade de imprensa", afirmou. "Ainda nos próximos dias, teremos uma publicação de um decreto, que está na Casa Civil [da Presidência da República], para diminuir sensivelmente, de cerca de 30 para quatro, o número de documentos exigidos para transações de compra e venda entre empresas. E assim será permanentemente, porque é um dever do poder público oferecer a vocês condições de trabalho melhores, mais fáceis, porque o Brasil sai ganhando."

Transformação

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, definiu a migração de rádios como um avanço para o ouvinte. "Eu tenho certeza de que vamos ter qualidade melhor com essa mudança para o FM e, se a audiência é maior, ganha a sociedade", avaliou. "A gente fica muito feliz por sediar aqui essa grande conquista para o nosso estado. Quero dizer que o mundo digital trará ainda mais benefícios para a qualidade de vida da nossa população."

Para o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Tonet, a força-tarefa de migração das rádios é revolucionária. "Estamos concluindo um processo que vem de muito tempo, algo extremamente trabalhoso", comentou. "Tivemos, ainda, uma extraordinária desburocratização no trato da concessão da radiodifusão. E nós, que conhecemos o setor público, sabemos que, para que isso acontecesse, o país precisava de uma visão moderna. O que significa essa visão moderna? O administrador não ter medo da perda de poder. Temos hoje um sistema de administração das concessões muito mais voltado ao interesse do empresariado da radiodifusão e, consequentemente, ao público ouvinte e telespectador, que é o último destinatário do trabalho que todos nós fazemos."

Já o presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp), Paulo Machado de Carvalho Neto, avaliou como um "passo inesquecível" a conclusão do processo de migração para as 36 contempladas e a Aesp como um todo. "Talvez o pioneirismo daqueles que demandaram essa mudança ao [antigo] Ministério das Comunicações tenha provocado e tenha feito que chegássemos aonde chegamos", apontou.

Balanço

A secretária de Radiodifusão do MCTIC, Vanda Nogueira, informou que 550 emissoras completaram o processo de migração. Das 1.781 rádios AM do país, quase 1.500 solicitaram a mudança. Nesta primeira etapa, cerca de 960 veículos poderão operar na faixa atual de FM, de 88 Mega-hertz (MHz) a 108 MHz. As demais candidatas terão que esperar a conclusão do processo de digitalização da TV, que vai liberar espaço para todas as entidades que desejem fazer a modificação. As 36 emissoras da solenidade são do interior paulista. A lista não inclui nenhuma rádio da capital por falta de espectro do município. Ao todo, 244 veículos manifestaram interesse ao ministério em mudar de faixa.

O mutirão pelos estados tem datas marcadas para continuar na Paraíba, em 30 de junho, no Ceará, em 3 de julho, e no Mato Grosso do Sul em conjunto com o Mato Grosso, em 21 de julho. A força-tarefa já havia passado por Santa Catarina, em 17 de fevereiro, Minas Gerais, em 24 de março, Rio Grande do Sul, em 9 de maio, Goiás, em 31 de maio, e Paraná, em 5 de junho.
A mudança de faixa é uma reivindicação das emissoras AM de todo o país, que sofrem com a perda de qualidade do sinal, audiência e faturamento. Ao migrar sua operação, as rádios também podem ser sintonizadas em dispositivosmóveis, como tablets e smartphones, a fim de modernizar o serviço.

Em cada mutirão promovido pelo MCTIC, são assinados os termos aditivos de adaptação das outorgas, um dos últimos passos do processo para a mudança. Depois disso, as rádios devem apresentar um projeto técnico de instalação da FM à Secretaria de Radiodifusão (Serad) e solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a autorização de uso da radiofrequência.

Fonte:
http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/pais-vive-momento-de-grandes-conquistas-no-setor-de-radiodifusao-diz-ministro;jsessionid=ECA7E39BC7F209753822C6DF20213B62.rima

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #2
25/06/2017, 13:01

Sou ouvinte e gosto muito de rádio há pelo menos uns 40 anos. Quando não tinha rádios locais acompanhava as rádios de fora em AM, OM, OC mas com muita dificuldade.
Há pouco mais de 30 anos surgiram duas rádios locais em AM, a Rádio Vale do Rio Grande e Rádio Barreiras, e logo depois surgiu a primeira rádio em FM, a Líder, que agora é Transamérica.

Até agora não ouvi comentários ou açoes para migração das rádios AM para FM na minha cidade. No texto mostra que algumas regiões já estão em processo de migração das rádios para FM.

Como está o processo em sua cidade ?

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #3
25/06/2017, 14:15

Aqui em São Luís já tem algumas com concessão, mas ativas nenhuma.

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damarme
ponta grossa - paraná
Mensagem: #4
25/06/2017, 15:54

Com os aplicativos para android,e outros,,,não faz diferença se é am ou fm.

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mjorge
Palmeira dos Índios - Alagoas
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Mensagem: #5
25/06/2017, 17:09

Na minha cidade, a única emissora AM (Rádio Sampaio AM) desativou seu sinal no começo deste mês. A promessa deles é de reativar em agosto, em FM. O interessante é como será preenchida a programação dessa nova emissora, pois a rádio AM simplesmente repetia boa parte da programação da rádio FM do mesmo grupo.

Com relação a ouvir radios, eu nem sinto falta, pois tenho assinatura do Spotify e quando ouço rádios é por meio de aplicativos como o TuneIn.

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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #6
25/06/2017, 19:40
Colaborador Canais

Em Itu, a única rádio AM, a Convenção, está entre as quase 300 que não manifestaram interesse em migrar.

Situação interessante é em Brasília aonde só 1 das 9 rádios deve migrar, as outras alegam que perderiam em cobertura.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #7
27/06/2017, 08:00

damarme escreveu:
Com os aplicativos para android,e outros,,,não faz diferença se é am ou fm.


Correto, aqui no celular capto todas as rádios AM, FM e webrádios da minha cidade e região.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #8
27/06/2017, 08:07

Andre Camargo escreveu:
Em Itu, a única rádio AM, a Convenção, está entre as quase 300 que não manifestaram interesse em migrar.

Situação interessante é em Brasília aonde só 1 das 9 rádios deve migrar, as outras alegam que perderiam em cobertura.


Eu sempre achei que a migração fosse obrigatória, porque em algumas regiões falam da implantação do LTE na faixa dos 700 MHz.
Quando começou a discutir o assunto lembro que essa faixa além da TV analógica (VHF/UHF), abrangeria também a faixa de rádios AM. Na época citaram até que o canal 5 do FM que captava o sinal de tv (Globo aqui na minha cidade) seria descontinuada para caber mais rádios FM.

Pelo visto então esse assunto foi inicialmente mal explicado, ou eu compreendi errado, já que para a implantação do 4G é necessário desativar toda a banda analógica terrestre, fato que está acontecendo com a migração da tv analógica para o digital terrestre.

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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #9
27/06/2017, 10:04
Colaborador Canais

É opcional.
Inicialmente as AMs que não migrarem continuariam operando até o fim da outorga, não há mais possibilidade de renovação. Findo o prazo só restaria desligar ou migrar. Mas agora o MCTIC deu a entender que finalizada essa 1a. etapa abrirá novamente um calendário p/ migrações, ex: aquelas rádios que perderam o prazo ou cujos donos se arrependeram e agora querem migrar pro FM.

Independente disso centenas de cidades já podem ter o 4G em 700 MHz pois não há mais nenhum canal UHF acima do 51 em operação, só depende das teles.

Já as migrações pro FM estendido não saem esse ano por causa do apagão analógico. Apenas regiões com dial FM congestionado usarão a faixa estendida (em SP temos a Grande SP, a região de Campinas/Jundiaí/Sorocaba, Jacareí/S. José dos Campos e Baixada Santista).

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #10
27/06/2017, 10:50

Andre Camargo ficava aqui imaginando como as AM conseguiriam migrar para o FM em uma cidade igual a São Paulo. Em Brasilia, no inicio dos anos 90 eram tantas rádios FM no dial, uma quase se sobrepondo à outra, não cabia mais nada, imagino agora. Certamente essa banda estendida vai abranger as que quiserem migrar.

André, sabe dizer se essa banda estendida começa em 85 ou 87,5? Na busca pelo celular o display mostra de 85 a 110, só que começa efetivamente a busca em 87,5 mhz e termina em 108 mhz.

Detalhe: aqui na minha cidade na busca pelo celular apareceu uma rádio gospel (ainda não identifiquei o nome, acho que não é homologada) na faixa 87,9 mhz. No aparelho de rádio normal começa em 88, por isso não aparece, só no celular.

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #11
27/06/2017, 12:23

pelo que sei banda extendida de fm seria entre a frequência do canal 4 e 6 vhf, por isso o fim do analógico de uma forma colabora pra uso dessa faixa pra transmissão de rádio, mas a maioria dos aparelhos não tem essa faixa só a padrão.
essa 87 mhz a 1080 mhz pelo que sei é padrão, estendida é abaixo de 87 mhz, alguém pode explicar melhor, mas pelo que sei é essa faixa.

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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #12
27/06/2017, 15:06
Colaborador Canais

O FM estendido começa em 76 MHz. Assim a primeira frequência passa a ser 76,1 apenas aonde há dial convencional congestionado. Como a faixa de 76 a 88 coincide com os canais 5 e 6 VHF, mesmo na Grande SP é necessário esperar o apagão analógico no interior, cidades como Santos e Campinas possuem emissoras transmitindo no canal 6 (coincidentemente em ambas é a Record) que poderiam interferir.
A questão da maioria dos rádios não sintonizar o FM estendido é algo que ainda está sendo tratado com a indústria, já existem aparelhos que sintonizam do 76 ao 108 só que autorrádios e celulares na maioria começam em 87,5 ou 88, pelo menos no caso dos celulares uma atualização poderia resolver.

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #13
27/06/2017, 15:29

E a frequência 71,75 mhz canal 4 pode ser considerado também banda estendida da FM Andre ??

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #14
27/06/2017, 17:06

IgorSl escreveu:
pelo que sei banda extendida de fm seria entre a frequência do canal 4 e 6 vhf, por isso o fim do analógico de uma forma colabora pra uso dessa faixa pra transmissão de rádio, mas a maioria dos aparelhos não tem essa faixa só a padrão.
essa 87 mhz a 1080 mhz pelo que sei é padrão, estendida é abaixo de 87 mhz, alguém pode explicar melhor, mas pelo que sei é essa faixa.




Andre Camargo escreveu:
O FM estendido começa em 76 MHz. Assim a primeira frequência passa a ser 76,1 apenas aonde há dial convencional congestionado. Como a faixa de 76 a 88 coincide com os canais 5 e 6 VHF, mesmo na Grande SP é necessário esperar o apagão analógico no interior, cidades como Santos e Campinas possuem emissoras transmitindo no canal 6 (coincidentemente em ambas é a Record) que poderiam interferir.
A questão da maioria dos rádios não sintonizar o FM estendido é algo que ainda está sendo tratado com a indústria, já existem aparelhos que sintonizam do 76 ao 108 só que autorrádios e celulares na maioria começam em 87,5 ou 88, pelo menos no caso dos celulares uma atualização poderia resolver.


Ótima explicação, agora compreendi, não teria lógica migrar para FM numa faixa tão pequena entre 87 e 88 mhz...

Como eu disse anteriormente, meu celular mostra a partir de 85, mas a busca começa em 87 que é o padrão atual para minha cidade, que vai permanecer assim pelo menos até 2023 quando houver o apagão analógico por aqui.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #15
27/06/2017, 17:11

Uma outra questão que me intriga é como ficará a cobertura de área para as rádios, já que a FM tem alcance limitado.

Por exemplo: A Rádio Vale do Rio Grande AM com 10 KW de potência já foi captada até no Para, por um aparelho especial (veja o vídeo), ao migrar deve perder alcance. A cidade de Luis Eduardo magalhães-BA tem ótimas rádios em FM mas não chegam a minha cidade a 96 km de distância.



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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #16
27/06/2017, 18:02
Colaborador Canais

É mais uma questão do público-alvo da emissora, a potência autorizada no FM é tal que a área de cobertura seja semelhante ao da estação em AM durante o dia. Veja que em Brasília 8 das 9 AMs não se interessaram.

Igor, qualquer frequência antes de 76 MHz não será usado p/ FM estendido. As frequências dos canais 2 a 4 VHF (54-72 MHz) após desligados devem ter outros usos (ex: serviços públicos). A faixa de 72 a 76 MHz já não é utilizada p/ TV.

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francisco reis
Uruará - PA
Mensagem: #17
27/06/2017, 20:22

A migração tem os dois lados, perca de alcance e ganho em qualidade, sou DXista e ouço radio AM de todo o país, aqui na minha cidade não tem AM só duas FM, mas quando vou a outras cidade que tem am posso perceber o quanto a sintonia é prejudicada pelas interferencias e muitos aparelhos de radio com outras funçôes já não vem com a faixa AM. Com a migração essas emissoras podem competir com as demais com igualdade.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #18
27/06/2017, 21:24

francisco reis esse DXista que você cita seria o que se chamava antigamente de rádio-escuta ?

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IgorSl
São Luís - Maranhão
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Mensagem: #19
27/06/2017, 21:37

conheço melhor o Dxismo de Rádios em OC, que tem vários que procuram as mais difícies e não tão conhecidas e dão informes de recepção as mesmas e ganham cartões tão desejados das emissoras, QSL. também comum mandar informes pra emissoras mais tradicionais, esse é Dxismo que conheço melhor.

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francisco reis
Uruará - PA
Mensagem: #20
27/06/2017, 22:05

J.B.F.LIMA escreveu:
francisco reis esse DXista que você cita seria o que se chamava antigamente de rádio-escuta ?

Exatamente J B F sou rádio-escuta de emissoras nacionais e internacionais, gosto muito de ouvir AM as mais distantes possíveis.

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