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Satélite SGDC 1 (BRASIL) 75.0º W - tópico para comentários
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Omena
Paulo Afonso - Bahia
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Mensagem: #21
04/05/2017, 21:11

O governo brasileiro lançou, por volta das 18h50 desta quinta-feira (4), o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). Ele será usado para as comunicações, principalmente para oferta de banda larga em áreas remotas, e será integralmente controlado pelo Brasil.

O lançamento ocorreu na base de Kourou, na Guiana Francesa. O satélite foi enviado dentro do foguete Ariane 5, que também lançou ao espaço o KOREASAT-7, da operadora sul-coreana Ktsat.

Com esse novo projeto, o Brasil deixará de alugar satélites de empresas privadas. O lançamento estava inicialmente previsto para o dia 21 de março, mas foi adiado por causa da greve geral na Guiana Francesa.

Após o lançamento, o presidente Michel Temer, que acompanhou o evento, afirmou que o SGDC ajudará o país a "democratizar" o sistema digital.

“Vamos democratizar o fenômeno digital do Brasil, já que a banda larga vai atingir todos os recantos do nosso país. Democratizando o sistema digital no nosso país. É um grande momento para o nosso governo”, afirmou o presidente.

Segundo o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o SGDC terá uso civil e militar e exigiu R$ 2,784 bilhões em investimentos. A vida útil do satélite é de 18 anos.

Além de ampliar a capacidade de telecomunicações e a cobertura de serviços de internet banda larga no Brasil, com foco em áreas de difícil acesso, ele fornecerá um meio seguro para transferência de informações civis e militares que envolvam a segurança nacional.

Atualmente o governo aluga o sinal de satélites privados. O projeto do SGDC é resultado de uma parceria entre a Telebras e o Ministério da Defesa.

O uso militar do satélite na chamada banda X começará na metade do mês de junho, mas o uso para oferta de banda larga só deve começar a partir de setembro.

O ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que apesar da crise financeira, o presidente Temer decidiu manter os investimentos no satélite.

“Poderíamos ter prorrogado esse programa, mas o presidente definiu que apesar da magnitude do investimento, era um investimento que não poderia ser prorrogado. [...] O Brasil entra definitivamente na era digital", disse.

Kassab afirmou ainda que o presidente Michel Temer determinou que o Brasil mantenha os estudos para ampliar sua frota de satélite.

“Agora estamos conquistando tecnologia. Dezenas de profissionais passaram meses na Franca se capacitando para que o Brasil, em algumas décadas, alcance soberania tecnológica”, disse.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que além da independência da soberania, por ser o primeiro satélite totalmente operado por brasileiros, o satélite vai acabar com o apartheid digital.

Transferência de tecnologia

O satélite foi comprado da França, mas o acordo envolveu a transferência de tecnologia, com o envio de 50 profissionais brasileiros para as instalações onde foi construído o satélite.

Serão esses os profissionais responsáveis por operar o equipamento. Toda a operação será feita a partir do 6º Comando Aéreo Regional (VI Comar) da Aeronáutica, em Brasília, e da Estação de Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro.

A empresas responsável pelo projeto é a Visiona, uma joint-venture entre Embraer e Telebras criada para estimular o setor espacial do país.

'Estacionado'

O satélite geoestacionário gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta. Pesando 5,8 toneladas e com 5 metros de altura, ele vai ficar posicionado a 36 mil quilômetros da Terra e cobrirá todo o território brasileiro, além do oceano Atlântico. A previsão de vida útil do satélite é de 18 anos.

A construção do satélite foi feita em Cannes e Toulouse, na França, pela empresa aeroespacial Thales Alenia Space, e durou 2 anos. O projeto foi supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial, parceria entre Embraer e Telebras.

De acordo com o Ministério da Defesa, o processo envolveu transferência de tecnologia e intercâmbios entre profissionais brasileiros dessas empresas e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Alcântara

Segundo informações das Forças Armadas, a escolha da Guiana Francesa para o lançamento deve-se a sua posição geográfica., por estar mais próximo da linha do Equador.

O Brasil tem a base de Alcântara, que fica em uma posição ainda mais vantajosa, mas a base não tem capacidade para lançamentos de foguetes do tamanho do que foi usado para o lançamento do satélite.

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HeitorPosada
Araruama - RJ
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Mensagem: #22
06/05/2017, 16:39

Segundo o colunista Claudio Humberto, em seu site www.claudiohumberto.com.br, de 06/05/17, esse satélite brasileiro é até agora o mais caro em materia de telecomunicações, inclusive na condição de outros identicos e com a Banda "X" Militar. Custou 2,8 bilhões. Que sriva a comunicações militares e governamentais, Internet, etc. , tudo bem; agora para segurança do Estado e Militar, não é util - isto porque grandes paises, notadamente EUA, Russia e China, podem decodificar qualquer sistema. E em especial os EUA, que estão por detrás desses softwres.

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Jamis
Beberibe - Ceará
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Mensagem: #23
14/05/2017, 22:41

O SGDC já se aproxima dos 75W Very Happy

SGDC

NORAD ID: 42692
LOCAL TIME: 22:39:02
UTC: 01:39:02
LATITUDE: 0.02
LONGITUDE: -73.40
ALTITUDE [km]: 35737.91
ALTITUDE [mi]: 22206.51
SPEED [km/s]: 3.08
SPEED [mi/s]: 1.91

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Andre Camargo
Itu - SP
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Mensagem: #24
13/06/2017, 22:27
Colaborador Canais

SGDC já está em 75°W. Em julho o satélite já poderá ser usado p/ transmissão de sinais.

http://convergecom.com.br/teletime/13/06/2017/satelite-brasileiro-atinge-orbita-geoestacionaria/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #25
16/06/2017, 12:28

Transferência de operações do SGDC para a Telebras começa nesta quinta-feira (15)

Chamada handover, operação se estende até 30 de junho. No próximo mês, começam os testes para garantir o funcionamento do Satélite Geoestacionário. Ministro Gilberto Kassab destaca importância do artefato para o país.

Começa nesta quinta-feira (15) o processo de transferência do comando de operação do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) para a Telebras. Chamado handover, o procedimento se estenderá até 30 de junho, quando a empresa assumirá as funções do equipamento.

Atualmente, os testes de verificação do SGDC são feitos pela Thales Alenia Space, que construiu o satélite, a partir do seu centro de controle em Cannes, na França. Os testes são acompanhados pelos Centros de Operações Espaciais da Telebras instalados em Brasília e no Rio de Janeiro.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, destacou o empenho do governo federal em viabilizar o projeto por meio da liberação de recursos e a importância do SGDC para o Brasil.

"Com o Satélite Geoestacionário, que se torna realidade a partir da definição dele como prioridade do governo, avançaremos muito no campo da inclusão digital, que se traduz em menos desigualdade e mais oportunidades para cidadãos de todo o país, além de aperfeiçoar serviços em saúde e educação, por exemplo", afirmou.

Posição final

Após 38 dias do lançamento ao espaço, o SGDC chegou à sua posição final na manhã do último domingo (11). Alocado na posição 75° oeste, o equipamento passará pelos últimos procedimentos antes de entrar em operação definitiva. Até o momento, os resultados são satisfatórios.

"Todas as semanas temos o que comemorar quanto aos testes do SGDC. Até agora, todos os testes que envolvem a verificação da cobertura do satélite, do comportamento do sistema de radiação das antenas e dos transmissores do SGDC estão indicando respostas conforme o esperado", disse o diretor Técnico-Operacional da Telebras, Jarbas Valente.

Em julho, serão feitos os testes fim-a-fim, que vão avaliar a real capacidade e as condições de cobertura requeridas pelo SGDC, para que a Telebras possa ativar clientes na rede do satélite. Convênios firmados entre a empresa pública e os ministérios da Educação e da Saúde vão permitir que pelo menos 7 mil equipamentos públicos municipais, estaduais e federais se conectem à rede mundial de computadores. Além disso, vai possibilitar a ampliação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

"Vivemos a era da conectividade, e o satélite vai permitir acesso à banda larga em todas as regiões do país, incluindo as mais distantes e remotas, levando educação, pesquisa, integração, prestação de serviços, como internet para escolas rurais e postos de saúde. O SGDC vai trazer inclusão e cidadania, aumentando a competitividade nas empresas e cumprindo com a missão social e digital de conectar e integrar todos os lugares desse imenso país", ressaltou o presidente da Telebras, Antonio Loss.

O satélite

O SGDC é o primeiro equipamento geoestacionário brasileiro de uso civil e militar. Fruto de uma parceria entre o MCTIC e o Ministério da Defesa, recebeu R$ 2,7 bilhões em investimentos. Adquirido pela Telebras, tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – especialmente em áreas remotas –, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do equipamento, de uso exclusivo das Forças Armadas.

A aquisição do satélite da Thales Alenia Space foi feita por meio de competição internacional, via contrato com a Visiona, uma joint venture entre a Telebras e a Embraer. A criação da Visiona, em 2012, corresponde a uma das ações selecionadas como prioritárias no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) para atender aos objetivos e às diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE) e da Estratégia Nacional de Defesa (END).

Fonte: MCTIC
http://www.mcti.gov.br/pagina-noticia/-/asset_publisher/IqV53KMvD5rY/content/transferencia-de-operacoes-do-sgdc-para-a-telebras-comeca-nesta-quinta-feira-15-;jsessionid=A4CD81E74A6C6B5295D12CD36ED92BF5.rima?p_p_auth=J8H7xOfq&_101_INSTANCE_IqV53KMvD5rY_redirect=%2F

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #26
20/06/2017, 16:43

SGDC

AGU defende o modelo de licitação da capacidade do satélite brasileiro proposto pela Telebras

http://convergecom.com.br/teletime/20/06/2017/agu-defende-o-modelo-de-licitacao-da-capacidade-do-satelite-brasileiro-proposto-pela-telebras/?noticiario=TT

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Lorde Comandante
Palmares - Pernambuco
Mensagem: #27
20/06/2017, 18:58

Boa noite.

Esse vídeo explica muito bem sobre o satélite brasileiro.

Clique PLAY para assistir ao vídeo



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Lorde Comandante
Palmares - Pernambuco
Mensagem: #28
20/06/2017, 19:15

Não conheço o dono do canal do youtube,mas o vídeo é excelente.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #29
03/07/2017, 21:58

Testes da banda X do Satélite Geoestacionário começam nesta segunda-feira (3)

Frequência corresponde a 30% da capacidade do SGDC e é de uso exclusivo das Forças Armadas. Operação será executada por militares a partir dos Centros de Operações Aeroespaciais de Brasília (DF) e do Rio de Janeiro (RJ). Ensaios com a banda Ka, que será utilizada para expandir o acesso à banda larga em todo o território brasileiro, estão previstos para setembro.

Começam nesta segunda-feira (3) os testes da banda X do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O procedimento é parte do processo de capacitação de engenheiros e técnicos das Forças Armadas que vão operar essa frequência e servirá para validar a transmissão de dados entre o equipamento e os Centros de Operações Espaciais instalados em Brasília (DF) e no Rio de Janeiro (RJ). A banda X corresponde a 30% da capacidade do SGDC e será de uso exclusivo das Forças Armadas.

Já os ensaios com a banda Ka estão previstos para começar em setembro. Operada pela Telebras, a faixa será utilizada para as comunicações estratégicas do governo e para a implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – especialmente em áreas remotas. Os chamados testes fim-a-fim vão avaliar a real capacidade e as condições de cobertura requeridas pelo SGDC, para que a Telebras possa ativar clientes na rede do satélite. Convênios firmados entre a empresa pública e os ministérios da Educação e da Saúde vão permitir que pelo menos 7 mil equipamentos públicos municipais, estaduais e federais se conectem à rede mundial de computadores.

O SGDC é o primeiro equipamento geoestacionário brasileiro de uso civil e militar. Fruto de uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa, recebeu R$ 2,7 bilhões em investimentos. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, destacou o empenho do governo federal em viabilizar o projeto por meio da liberação de recursos e a importância do SGDC para o Brasil.

"Com o Satélite Geoestacionário, que se torna realidade a partir da definição dele como prioridade do governo, avançaremos muito no campo da inclusão digital, que se traduz em menos desigualdades e mais oportunidades para cidadãos de todo o país, além de aperfeiçoar serviços em saúde e educação, por exemplo", afirmou.

Conclusão

O processo de transferência do comando de operações do SGDC para a Telebras, chamado handover, se encerrou na sexta-feira (30). Já alocado na sua posição final, a 75° oeste, o equipamento passou por testes de funcionamento conduzidos pela Thales Alenia Space, que construiu o satélite, a partir do seu centro de controle em Cannes, na França, e acompanhados pelas estações de Brasília e Rio de Janeiro.

Fonte:
http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/testes-da-banda-x-do-satelite-geoestacionario-comecam-nesta-segunda-feira-3-

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #31
08/07/2017, 13:04

Novo destino da faixa de 450 MHz pode ser selado ainda este mês | TELETIME News
http://convergecom.com.br/teletime/07/07/2017/novo-destino-da-faixa-de-450-mhz-pode-ser-selado-ainda-este-mes/?noticiario=TT

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #32
30/07/2017, 20:47

Ministro destaca impactos do satélite nos serviços públicos e na agricultura do país

Gilberto Kassab participou do roadshow para promover a oferta pública da capacidade do SGDC. Segundo o edital, Telebras atenderá demandas de governo, enquanto empresas vão conectar o mercado corporativo e residências.

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) vai trazer ao país a oportunidade de modernizar serviços públicos como a educação, a saúde e a agricultura. A afirmação é do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que participou nesta quinta-feira (27), em São Paulo, do roadshow promovido pela Telebras para divulgar a cessão pública de parte da capacidade em banda Ka do equipamento.

"O satélite tem um extraordinário papel no desenvolvimento do Brasil. Ao longo dos anos, até a finalização do projeto, terão sido investidos R$ 2,8 bilhões – um número pequeno diante do benefício que vai trazer para o país, como levar desenvolvimento para todos os cantos e melhorar a qualidade dos serviços de saúde e educação e as condições da nossa agricultura", afirmou.

A capacidade do SGDC foi dividida em três lotes. Um deles será destinado à prestação de serviços de telecomunicações pela Telebras para atender a demandas de governo nas áreas de educação, segurança e saúde. A capacidade dos outros dois lotes será ofertada no chamamento público, que recebe propostas no dia 28 de agosto.

Para o presidente interino da Telebras, Jarbas Valente, as empresas vencedoras da oferta pública vão poder oferecer conexão a preços competitivos. "No desenho que fizemos, quem vai atender o mercado corporativo, as residências, são as operadoras que adquirirem nossa capacidade. Em todos os estudos que fizemos, os valores vão ficar 10 vezes menores do que os valores praticados hoje no mercado, qualquer que seja o fornecedor, dada a capacidade e a qualidade do serviço", explicou.

Na próxima semana, a Telebras apresenta a oferta pública de cessão da capacidade do SGDC em Londres e em Nova Iorque.

O SGDC foi lançado em maio a fim de atender as necessidades de massificação da internet do país e assegurar a segurança das comunicações estratégicas. As Forças Armadas são responsáveis pela operação da banda X, que corresponde a 30% da capacidade do equipamento.

Fonte:
http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/ministro-destaca-impactos-do-satelite-nos-servicos-publicos-e-na-agricultura-do-pais

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Francisco Crispim
Itajaí - SC
br.gif
Mensagem: #34
20/08/2017, 11:02
Administrador

Em testes:

Lembrando que este Satélite é Banda Ka e X

Só quem tem LNBF´s para receber as TP´s em testes.



NORAD ID: 42692
HORÁRIO LOCAL: 09:56:52
UTC:12:56:52
LATITUDE:0,01
LONGITUDE:-74.87
ALTITUDE [km]: 35787.76
ALTITUDE [mi]: 22237.48
SPEED [km / s]: 3.07
SPEED [mi / s]:1.91
AZIMUTE:302,2 NW
ELEVAÇÃO: +45.6
ASCENSÃO DIREITA: 05h 33m 41s
DECLINAÇÃO: 03 ° 47 '02' '
Hora Sidereal Local: 08h 00m 25s
O satélite está em luz do dia
PERÍODO DO SATÉLITE: 1437 m


Abs.

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J.B.F.LIMA
Barreiras - Bahia
Mensagem: #35
01/09/2017, 07:50

SGDC já está em operação para as Forças Armadas

http://teletela.com.br/teletime/31/08/2017/sgdc-ja-tem-primeiro-cliente-ativado/?noticiario=TT

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HeitorPosada
Araruama - RJ
br.gif
Mensagem: #36
01/09/2017, 13:24

Está nos 75 W "conversando com o C3" ? Espero que não cheguem muito perto.

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mjorge
Palmeira dos Índios - Alagoas
br.gif
Mensagem: #37
01/09/2017, 19:21

HeitorPosada escreveu:
Está nos 75 W "conversando com o C3" ? Espero que não cheguem muito perto.


Apesar da posição orbital ser a mesma, eles estão a dezenas de quilômetros de distância (coisa de 100 km ou mais). A não ser que algo dê muito errado, eles estão em posições seguras. Como o SGDC opera em banda X e Ka, enquanto o C3 opera em banda C e Ku, também não há riscos de interferências.

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